20 de dezembro de 2011

Algumas novas palavras sobre o amor


“Acreditem no amor, profundamente, pois ele pode sim mover muito mais que montanhas. Pode mover mundos”.
Gustavo R. Fragazi

Já escrevi dezenas de palavras sobre o amor, mas sempre há algumas mais que podem ser usadas para tentar descrever esse sentimento tão grande, intenso, tão perfeito.
Não fazemos ideia do que é o amor. Conhecemos uma fraca representação dele. Esse pequeno pedaço que conhecemos, no entanto, é capaz de transfigurar uma pessoa completamente, muda-la profundamente, faze-la ter atitudes inimagináveis, tanto boas quanto ruins. Transforma espíritos com a facilidade que a chuva destrói o papel.
O “nosso” amor é capaz de mudar pessoas, mover almas, instiga-las a se modificar. O amor verdadeiro pode mover muito mais do que isso. Ele pode mover mundos inteiros.
Um amor verdadeiro atravessa o tempo, milênios inteiros, se for preciso, passa por entre encarnações sem fim, sem nunca desgastar, sem nunca chegar ao fim. Afinal, um amor verdadeiro nunca acaba. Ele pode se transformar, mas nunca findar.
Amores, pela nossa vida, são muitos. Não existe essa história de que amor é apenas um na vida toda. Não, eu amo várias pessoas, cada amor com sua forma, alguns que tiveram uma essência muito parecida, ainda que hoje tenham se transformado em outros tipos de amor. Ainda assim, nunca deixei de amar ninguém que um dia já amei.
Aquele primeiro amor, o da primeira decepção? Está aqui dentro de mim na forma de um grande amor de irmão.
Aquele outro, o grande sofrimento de tantos anos? Viverá na minha alma para sempre como grandes lembranças e uma grande amizade.
O amor mágico do primeiro namoro? Nunca se esvairá do meu coração ou da minha mente, com todas as suas grandes e lindas lembranças.
O amor maduro nascido de uma grande amizade entre pessoas que se encaixam? Está aqui e sempre estará, não importa o que o futuro reserve.
Pois assim é o amor. Esteve, está e sempre estará presente em nós, pois nossa essência é o amor, é disso que somos feitos, é para isso que fomos feitos. Fomos criados para amar.
Por que fugir à nossa essência? Não, eu não fujo, não quero fugir nem nunca fugirei. Sou um grande amante do amor e nele acreditarei até o fim da minha existência, caso um dia ela chegue. E, se chegar, desaparecerei com um sorriso nos lábios pensando que, pelo menos, fui feliz, pois eu amei.
O que você achou?

1 comentários:

Caroline Lovo disse...

Amor é sempre amor. Só é mais ou menos maduro. Seja ele mágico, muito bem ou muito mal vivido, seja ele um amor de pés no chão ou que nos faz içar voos.
Amor é amor e sempre será! O Amor mais puro é o do Pai e também o do Mestre...

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