11 de agosto de 2010

Herdeiros da Luz - O Início da Guerra das Sombras

Para quem não sabe, eu escrevi um livro, e esse é o prólogo dele. Leiam e comentem.
- Todos de pé! Estamos sendo atacados! Acordem! Rápido, precisamos nos defender. Agora!
Por todo o acampamento o som da trompa de batalha dos elfos foi ouvido, na tentativa desesperada de Elke, um jovem elfo (para os padrões deles), de alertar nosso exército do ataque inesperado do inimigo.
- Onde é o ataque? – Perguntou Leanor, uma elfa pouco mais velha que Elke. – Como conseguiram nos pegar de surpresa? Os alarmes não funcionaram?
- Parece que não, Morgaroth com certeza deu um jeito de desligá-los ou confundi-los. – Nessa hora um som muito agudo e alto ecoou pelo acampamento-campo de batalha em que estávamos. – O que foi o que acabei de falar? Rápido, venha comigo Lea, eles estão atacando nossos flancos. Vamos ter que dividir nosso exército mas nós não vamos perder!
- E o Willian?
- Foi ele quem ouviu os inimigos se aproximando e nos avisou. Já foi para frente de batalha, já deve estar quase no nosso flanco direito agora.
- Então temos que concentrar forças no flanco esquerdo, e rápido.
- Eu sei disso, agora vamos, temos que chegar logo.
Os dois pararam de falar e foram correndo para a batalha. Como são elfos não demoraram a chegar lá.
Com certeza você não está entendendo muita coisa. Vou tentar esclarecer um pouco.
Estamos no meio de uma grande guerra, na verdade, a maior guerra de todos os tempos e mundos. Seu desfecho vai decidir quem sobreviverá, quem triunfará e como vai ser o resto da história dos mundos e, talvez, dos universos.
Acho que eu compliquei ainda mais as coisas não?!
Antes que você pense que essa é mais uma daquelas histórias de guerras entre homens elfos e anões e uma força mágica do mal, das quais está cheio por ai, deixe eu me explicar um pouco.
Bem vamos começar do começo então. Meu nome é Willian, o mesmo que Elke e Lea estavam falando. Não vou tirar todas as suas dúvidas agora, você vai entender tudo no decorrer da história, mas posso lhe assegurar que sou humano.
A guerra da qual estou falando é a maior guerra épica que já houve e haverá no nosso mundo e em todos ou outros mundos co-existentes com o nosso, em universos paralelos.
Há alguns anos, em um dia comum, em uma cidade comum do Brasil, quando eu ainda era uma pessoa comum, não consegui chegar a tempo na escola. Os portões estavam fechados. Nesse dia conheci Sonnior e o salvei (e também a mim) da morte com a ajuda de muita sorte, das mãos do que hoje, podemos dizer, é como se fosse uma planta que tenta me atacar, de tão fraco.
Após Sonnior salvar minha vida e eu acordar, pois tinha desmaiado e quase morrido ao matar a coisa, ele me contou que era um mago e eu decidi aprender magia com ele (não foi tudo tão rápido assim, é claro). Decidi, na verdade, é só uma palavra que usei para preservar meu livre-arbítrio, pois depois descobri que na verdade eu não tinha escolha. Não naquela hora pelo menos.
Eu fui escolhido, junto com alguns amigos de muito tempo atrás, para liderar uma “rebelião” contra as forças que não só ameaçavam, mas estavam conseguindo dominar todos os mundos. Se algo não fosse feito imediatamente, ninguém de bem viveria para contar esta história.
Os mundos nos quais nascemos já estavam, mesmo que de formas diferentes, sob pesado domínio dessas criaturas, os Dragões, - que não tem nada a ver com os répteis alados que cospem fogo - seres milenares exilados de outros orbes e que buscam a extinção de tudo o que é bom. Os Dragões não habitam a nossa dimensão, a material, e nem a de nenhum outro mundo paralelo ao nosso. Eles vivem em um plano de onde podem comandar seus exércitos em todos os mundos.
Chega de conversa. Agora vou te contar a história dessa guerra, a história de meu mundo e de todos os outros, a história daqueles que deram suas vidas para que hoje eu pudesse lhes falar sobre eles. Se triunfarmos, vocês conhecerão a continuação da minha história. Se fracassarmos, mostrarei-lhes seu fim.
Falarei agora um pouco mais de nós, um pouco mais de mim. A minha história, começa assim.
O que você achou?

2 comentários:

On joy disse...

Me atiçou a curiosidade... Quero leer!

Gustavo dos Reis!!! disse...

quem sabe nao estará em breve em todas as livrarias? hehehe

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