17 de setembro de 2010

Brisas multi-temporais

Aulas de físico-química também servem para alguma coisa! Zuera a matéria é legal. Foi em uma aula dessa que eu tive a ideia para esse texto. O professor falava sobre transformações de energia, que ela não se perde, apenas se transforma. Isso eu já sabia, a informação que me fez pensar veio depois. A partir da informação acima, pode-se chegar à conclusão que, assim como ela não se perde, ela também não se cria, então a frase a seguir é apenas uma verdade antiquíssima e eterna: a energia no universo é constante.

Não sei se isso parece estranho para você, para mim é um pouco. Estranho pensar que toda a energia que já produzimos, gastamos e vamos produzir sempre esteve aí e ainda estará aí daqui milhões de anos. Toda a energia que o Sol já produziu sempre esteve aí.

Mas vamos sair da energia e passar para um assunto mais brisante.

O universo.

A definição do Universo para a cosmológica é um conjunto de estrelas, planetas, galáxias e outros astros celestes inseridos no sistema espaço-temporal que obedecem às leis da física.

A partir dessa definição podemos perceber que o tempo não é uma linha certo? Já que o universo está inserido no sistema espaço-temporal, o tempo não pode ser uma linha, uma reta definida, já que ele é um espaço. O tempo é relativo, assim como já falei em outro post. Não vou me aprofundar nisso.

Voltando ao universo.

Acho que esse nome, universo, é errado. Vamos desmembrar a palavra.

Uni=um, verso=lado, parte, dimensão.

A ciência já apresentou uma teoria que está sendo amplamente difundida. Essa teoria diz que, além das três dimensões que conhecemos, existem outras duas. Cinco dimensões que envolvem-se mutuamente umas às outras. Pelo espiritismo, temos o conhecimento de que tal teoria (não sei se exatamente como a física a expõe) é verdadeira. Sabemos que, além do plano que vivemos, existe outro também, o espiritual e, no espiritual, existem dimensões diferentes, como o umbral e os planos mais elevados, por isso acho que a teoria cientifica deixa a desejar. Então, se existem tantas dimensões, tantos versos, no universo, como ele pode ser chamado de uni? O mais certo, eu acho, seria dizer que vivemos em um multiverso.

Existe também uma outra teoria que fala sobre uni (multi, segundo meu conceito) versos paralelos. Diz, mais ou menos, que, co-existindo com o nosso mundo e multiverso em dimensões materiais paralelas e inalcançáveis por métodos materiais, existem centenas, milhares, incontáveis outros multiversos.

Tais multiversos seriam parecidos como o nosso. Na verdade, quem pode dizer? Nos milhares de mundos que existem no nosso e outros multiversos, a evolução pode ter favorecido o desenvolvimento de seres totalmente diferentes de nós.

E como poderíamos ter certeza da existência, consistência e seres que habitam outros multiversos? Na verdade eu acredito que, a maneira mais eficiente, seria irmos até esses outros multiversos. Como, se nem ao menos até Marte conseguimos chegar? Tenho quase certeza que não conseguiríamos atravessar essa barreira que divide os Versos com um foguete ou ônibus espaciais. Como eu proponho que atravessemos? Não sei, não cabe a mim descobrir isso. ;D Mas eu acredito que possamos chegar à esses outros multiversos sim.

São tantas e tão complexas as questões que isso levanta que prefiro nem tentar me aprofundar muito. O fato é que não podemos duvidar da existência de uma força superior ao vermos toda essa complexidade.

Sim, Deus existe.
O que você achou?

2 comentários:

Débs Gallo disse...

Guhhh ...

isso foi muito, muitooo complexoo!!! =)

Gustavo dos Reis!!! disse...

haaa vc gosto vai!!
eu falo q eu so inteligente...vc nao acredita em mim!!!
;D

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