21 de outubro de 2011

Derivações devaneantes do ócio

(Essa seria uma boa imagem para Agosto)

Estou aqui, sentado mais uma vez em frente às teclas, com vontade de escrever. Meu cérebro trabalha e batalha pelas palavras, frases e tudo o mais. A inspiração está aqui, sei disso, sinto isso, só falta uma pequena coisa. O pior é que é uma coisa um tanto essencial.

O assunto.

Brisando em frente da tela do computador, meus olhos passaram pelo símbolo do Adobe Reader X (e por algum motivo eu resolvi abrir o Internet Explorer [prefiro o Chrome, mas no trabalho não tem] e descobri que se apertarmos a tecla que abre o menu iniciar, o “Windows”, e depois para cima, maximizamos a tela do programa, e Windows para baixo ela restaura) e percebi que, se colocarmos um círculo ao redor do “A”, deixando as pontas de fora, temos o símbolo da anarquia. Mas o Adobe não é conhecido por ser um tirano que tira a liberdade das pessoas que querem editar um arquivo? Como seu símbolo pode fazer uma alusão tão clara ao anarquismo?

Tudo bem, é só uma brisa estranha...

Acima do símbolo do Adobe tem o do Nero, e o seu é um círculo com uma chama dentro. De onde será que tiraram o termo “queimar uma mídia”, quando se referem a colocar informações num CD? Entrei no Internet Explorer (dessa vez sem encontrar nenhum novo atalho no Windows) e procurei no pai dos burros, deus da informação, Google. O termo “queimar uma mídia” vem do inglês, pois quando dizemos que gravamos um cd nesta língua, falamos “burn a CD”, e burn (algumas pessoas não sabem) significa queimar.

É, pelo menos essa brisa tem solução, ao contrário da do Adobe.

Queria entender também porque o atalho para o site do ponto eletrônico da empresa é o desenho de um gato amarelo, mas isso não vem ao caso. Pelo menos é amarelo, e não laranja, porque os gatos laranja são assustadores.

Estava olhando o calendário deste ano que tenho na minha mesa e fiquei um pouco triste. Nasci no mês de agosto e sempre me senti à margem da sociedade, pois ninguém gosta desse mês. “Agosto é horrível, não passa nunca” ou “Essa porcaria desse mês não tem nem um feriado”, e também “Terminou Agosto, acabou o ano”. Cara, isso machuca.

Só para completar o meu estado de tristeza alimentado por toda a minha vida com relação ao meu mês de nascimento, veio esse calendário.

Cada mês possui uma foto de fundo ilustrando-o. Outubro, por exemplo, que é o mês que eu vejo enquanto escrevo, tem uma foto de um campo cheio de folhas secas no chão e várias árvores ao fundo (apenas para constar a idiotice do Word, ele disse para eu trocar a palavra “chão” ali atrás por “chãs”, para concordar com “árvores”. Que porra de palavra é essa? [e o Word já tem até alguns palavrões no seu dicionário. “Porra”, por exemplo {A forma como eu tinha escrito a última frase da primeira vez não estava muito legal. Ficou meio assim: “...alguns palavrões no seu dicionário, como porra”. Não gostei do fim, então mudei}]).

Sempre quis usar parênteses, colchetes e chaves em um texto, igual aprendemos no primário nas aulas de matemática! Assim: ([{}]). Hehe.

Setembro tem a bandeira do Brasil tremulando ao fundo, Julho tem uma mulher numa praia, Junho é festa junina, Novembro é outra praia e por aí vai. Quer saber Agosto? Sei lá que porcaria é essa de imagem em Agosto. Um negócio laranja e rosa com uns raios de luz branca. Poxa, não dava pra ser mais criativo não? O que tem em Fevereiro pra ele ter uma pequena cachoeira no meio da mata com a água correndo por pedras cobertas de um bonito musgo verde? Porque Agosto não tem uma assim também?

Preciso mandar polir a minha aliança.

Hoje quando voltava do almoço vi uma aglomeração em uma banca de jornal. A Mayra, ex-BBB, estava lá, autografando o exemplar deste mês da revista Maxim, da qual ela é a capa. Sinceramente? Ao vivo ela não é lá essas coisas não. Uns bons quilos de maquiagem e um rosto fino demais.

No meu emprego anterior, na Bauducco, descobri que mouses são coisas nojentas. Já viu a quantidade de sujeira que se acumulam nas frestas? Devíamos lavar as mãos sempre que tocamos em um, assim como dizem para fazermos quando pegamos em dinheiro. Depois de lá peguei a mania de limpar todo o mouse que vejo com um grampo de grampeador.

Hum, acho que já brisei demais, não é? Ok, vou terminar esse texto por aqui.

Até o próximo!
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