19 de outubro de 2010

Sente-se, por favor (por um pouco de raiva)

Bancos.

Os bancos estão por toda parte. Macios, duros, brancos, azuis, verdes, cinzas, marrons; possuem cores e formatos, formas e locais. Da praça, do ônibus, do banco, do ponto. De casa e da rua, sempre fazem a mesma coisa; nos oferecem conforto (às vezes) e um descanso para as pernas. Confortam as nádegas e guardam nosso dinheiro, seja escondendo a carteira ou rendendo na poupança (muito pouco, eu sei).

Existem diversos bancos em bancos e bancos de bancos. O do Brasil é confortável, o do Bradesco não existe, o do Unibanco é do Itaú e o do Real faz milagre.

Mas qual a finalidade dos bancos?

Nos deixar esperando, qualquer que seja o tipo do banco. Quem nunca passou horas no banco de um banco ou no banco dos pés, o chão? Sim, pois o banco está para a bunda na mesma medida que o chão está para os pés.

O que eu quero dizer é: os bancos existem, mas nem sempre funcionam.

Eles quebram e falem, nos fazem perder celulares e dinheiro, seja quando levantamos ou caímos. Alguns são pichados, outros são lavados. Há também os que fazem a lavagem.

Bancos são públicos e privados, grandes e pequenos, mas todos tem um objetivo sórdido: pegar o nosso dinheiro. Quer seja o troco do busão ou os juros corrediços, eles teimam em falar que é “especial”. Em cheque ficamos nós ao perceber que a medida do banco excede em muito a nossa conta.

Vejo bancos que não existem somando contas que nunca crescem, enquanto o da praça só faz diminuir.

Agora, qual era mesmo a finalidade dos bancos?

Aquecer nossas poupanças. Mas como, se mesmo ganhando idade, os zeros só crescem na balança, aí, coitado do nosso banco! Ficamos quadrados de tanto esperar pelo ônibus que não chega, o sorteio que não vem. Pé quente? Só se for o deles. O “banco” sob os meus continua frio.

Não se iluda com bancos de medições “universitárias”. Fazem você esperar tanto quanto os outros, quatro, cinco anos. Os zeros só crescem para o lado errado, transformando um banco em negativo. Daqui a pouco até o “i” eles usarão em suas contas, fazendo-nos imaginar que um mundo de muitos bancos é um mundo melhor.

3 comentários:

Phamela Silva disse...

pqp' até na hora de falar de bancos, você tem uma criatividade bruta,Gustavo filho da mãe !!!

Anônimo disse...

caraa, esse texto ja foi postado...
ta repostando?
hhahahaha'
passou raiva no banco?
auhsaUHSUAhsuh

Gustavo R. Fragazi disse...

exatamente!
nao no banco, mas por causa do banco..
¬¬
tem gente q nao leu pah!
;D

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