17 de maio de 2011

“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei a escrever”





Clarice Lispector





Li essa frase há pouco tempo em http://falasdosilencio.tumblr.com e acho que ela se encaixa perfeitamente comigo. Na verdade, ela é um dos meus “objetivos” na escrita (só quando comecei a escrever esse texto que percebi que tinha esse objetivo).



Através da escrita já tive inúmeras provas de aprendizado, de que, ao escrever, eu aprendi mais, sobre mim, sobre o que me cerca, sobre os outros, sobre ciência e também religião, sobre sentimentos, emoções, decepções...



Já escrevi muito sobre coisas que eu nem sabia saber e sobre outras que eu realmente não sabia nada para escrever. Como escrevi? Meu cérebro guiou os dedos, um outro alguém guiou meu cérebro.



Não gosto muito, ao pensar neste último assunto, quando alguns dizem: Você acha que foi você que escreveu isso? É claro que não, foi inspirado!



Acredito plenamente que muitas coisas que já escrevi até hoje vieram de inspirações, mas não acredito que TUDO tenha vindo. Só eles do outro lado possuem criatividade e conhecimento? E nós aqui, não contamos não é?



Mas tudo bem, não era sobre isso que eu estava falando.



Qual a conclusão óbvia que se tira da frase da Clarice?



Nunca vou deixar de escrever.



Porque as perguntas nunca cessarão. Até mesmo para aquilo que “já tenho resposta”, depois posso descobrir uma nova pergunta e obter uma complementação da resposta, uma nova resposta.



“Não são as respostas que movem o mundo, são as perguntas”. Essa não vou me lembrar agora quem foi que disse, mas não deixa de ser verdade e, se analisarmos as duas conjuntamente, elas se completam.



“Enquanto tivermos perguntas que não tenham sido respondidas, continuaremos a buscá-las e, assim, o mundo continuará em movimento”.



Essa é de minha autoria ;D



Hahaha.



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