6 de agosto de 2011
Não aos meses, mas ao amor
5 de agosto de 2011
O Aniversário
E um ano se passou.
Faz pouco mais de um ano – alguns dias apenas – que o primeiro texto foi postado aqui. Desde lá seguiram-se outros 498 posts, incluindo, textos, fotos, frases, letras de música e por aí vai. Tudo o que possui palavras e tem algum significado digno de ser divulgado, mostrado, apreciado, apreendido, pode vir parar nas paginas deste blog. Bem, então isso significa que este é o post de número 500.
Que belo número não? Bem significativo e mais do que apropriado para comemorar o primeiro ano de existência do “Brisas e Pensamentos”.
Nestas páginas você vai, com certeza, encontrar de tudo e um pouco mais além daquilo que você esperava. Vai encontrar textos falando de amor, paixão, trevas, luz, dos elementos, dos “Herdeiros da Luz” e de outros mais de duzentos marcadores de assuntos diferentes.
Você vai encontrar narrativas, dissertações, crônicas, poesias, declarações...
Mas, principalmente, você vai encontrar sentimentos.
Comecei a escrever de verdade há pouco mais de um ano. Na verdade, criei este blog alguns dias, talvez pouco mais de uma semana, depois de terminar de escrever meu primeiro livro, “Herdeiros da Luz – O Início da Guerra das Sombras”. Livro este que comecei a escrever quando estava no terceiro colegial, mas isto não vem ao caso agora.
O que vem ao caso é que fazia algum tempo que eu pensava em criar um blog. Mas eu também pensava: “Será que eu vou conseguir escrever textos suficientes para manter o blog atualizado?”. Eu tinha medo de que o blog acabasse ficando parado e desinteressante. Afinal, eu não fazia ideia ainda de como realmente escrever um texto, nem mesmo se conseguiria escrever vários textos.
Resolvi fazer um “teste” antes. peguei papel e lapiseira e comecei a tentar escrever alguma coisa. Surpreendentemente as palavras fluíram com facilidade, fluidez, pelo papel. Em pouco tempo eu tinha meu primeiro texto pronto. Percebi que a inspiração ainda não tinha acabado. Peguei uma outra folha de papel e me pus a escrever o segundo texto. Em menos de dez minutos terminei-o também.
Dentro de mim pulsava uma estranha energia, uma afobação, uma ansiedade, uma vontade que, antes era de fazer algo que eu não sabia o que era, uma vontade que me deixava inquieto por não conseguir colocá-la para fora, porque não sabia o que essa vontade queria que eu fizesse.
Naquela noite descobri que ela queria que eu escrevesse.
Quando parei, havia sete textos diferentes na minha frente, escritos em menos de uma hora, um atrás do outro, cada um com o seu tema e significado, seu sentimento. Descobri que escrever não era tão difícil assim, não para mim.
Durante dois meses inteiros eu postei, simplesmente, um texto diferente em cada dia, sem deixar falhar nenhum deles. Era incrível como, de uma hora para a outra, eu me sentia tão à vontade com as palavras! Era só sentar na frente do computador e me colocar a digitar que em poucos minutos eu tinha um texto novo e original na minha frente. Descobri uma nova paixão, um novo amor.
A escrita me ensinou diversas coisas, coisas que não sabia que sabia e coisas que eu não sabia mesmo e que aprendi assim, apenas escrevendo.
Nesse um ano que tenho esse blog aprendi muito mais do que poderia ter aprendido se não o tivesse. E uma coisa eu posso garantir! Ainda que eu não esteja tão freqüente aqui como antes, e talvez um pouco menos de segunda em diante, o “Brisas e Pensamentos” não vai acabar, pois este agora é um amigo meu, um confidente, companheiro inseparável. Que venha o próximo ano!
Obrigado a todos os que já passaram por aqui.
Até a próxima!
3 de agosto de 2011
Os Herdeiros da Luz
1 de agosto de 2011
Algumas palavras sobre o amor
28 de julho de 2011
As vidas do segundo
26 de julho de 2011
Um mundo injusto?
25 de julho de 2011
Ao escritor
5 de julho de 2011
Aos oito com um cinco
Sabe, quando eu estava lá pelos meus seis, sete anos, eu não gostava do oito. Não me pergunte o porque, mas eu não gostava do oito. Eu acreditava plenamente que eu ia passar dos sete direto para os nove. Ah sim, porque do número nove eu sempre gostei.
Isso com certeza não aconteceu, mas acho que acreditei tão fielmente nisso que mal notei que tive oito anos. Lembro dos sete e dos nove, dos oito não.
Mas hoje o oito é um número muito importante. Importante por vários fatores, mas primeiramente porque ele marca, assim como aquele que eu não queria que chegasse, a passagem do tempo.
Naquele, eram anos de vida.
Esse, são meses de renascimento.
Oito meses.
Oito meses que eu tomei uma decisão. A decisão. Com certeza uma das mais importantes da minha vida. Com certeza.
Quantas mudanças já não decorreram de tão simples passo, de tão poucas palavras...
“Quer namorar comigo?” a pergunta se formou nos meus lábios quando o vento começava a soprar arrastando consigo gotas frias de uma chuva que ameaçava afogar a todos.
“Sim”.
No fim, não foi tudo o que prometia.
A chuva, não as consequências da pergunta e da resposta.
Dessas últimas, foi muito mais.
Muito mesmo.
E oito meses depois, em um dia frio, mas nem tanto, de um céu praticamente limpo, gotas, pequeninas e frias ao toque caíram ao nosso redor, como que imitando o dia do pedido. O dia da resposta.
Olhei para cima ao primeiro “toque” e vi apenas estrelas. De onde vieram as gotas? Não sou eu que vou saber te responder, mas elas estavam lá, tocando minha pele, ressoando seus baques em meus ouvidos, molhando o chão ao redor. No céu, realmente, havia uma estrela que brilhava mais.









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