17 de agosto de 2011

Como tudo começou

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Talvez você já conheça o começo da minha história. Se você já a tiver lido, ela começa em uma manhã comum na qual eu nunca cheguei à escola, para onde estava indo, de um dia já quase esquecido na minha memória, com imagens apagadas, meio irreais, parecendo um filme em preto e branco. Um dia de outra vida, um passado mais que remoto, quando a vida parecia quase simples e fácil.
As lembranças daquela vida aparecem na minha mente como se fossem de outra pessoa, não minhas, como se eu tivesse apenas escutado alguém me contar, como se não tivesse sido eu que as vivi. Não todas, mas muitas sim.
Hoje me lembro de outras coisas também – muitas outras coisas – coisas que na época que tudo isso “começou” nesta vida, eu não fazia ideia que haviam acontecido. Mas não será hoje que contarei a você essa parte da história. Hoje eu quero, eu preciso, contar o começo, pelo menos o começo que ainda pode ser lembrado. Quando tudo realmente começou, ninguém sabe.
Você pode acabar se perguntando: “Mas como você sabe como tudo começou?”.
Por enquanto só vou responder que as minhas informações vêm da fonte mais segura possível: o único sobrevivente.
“Sobrevivente?”, você deve ter se perguntado.
Sim, sobrevivente.
Sobrevivente da aniquilação, do fim de mundos, da destruição de um orbe, de um sistema, de um genocídio inter universal, do apocalipse.
Acho que não estou explicado muita coisa... Bem, vamos então determinar que o começo que ainda pode ser lembrado é realmente o começo, certo? Assim fica mais fácil de eu explicar e você entender as coisas, que já são difíceis demais em alguns pontos, inexplicáveis demais em outros, e praticamente irreais demais em todos eles.
Que tal se acomodar melhor? Se estiver em casa, sente confortavelmente no sofá ou na cama, deite, não sei, encontre a melhor posição pra você. Se estiver na rua, acomode pelo menos a sua mente para embarcar nesta história, para que ela possa abarcar todas as informações que parecem prover o fantástico. Mas apenas parecem, pois elas são todas reais. Ah, ia quase me esquecendo: se estiver na guerra, deixe para ler depois, pois você é fundamental nesta batalha. Afinal, ela está apenas começando, certo?
Posso perguntar o seu nome? É que assim criamos mais intimidade, então fica mais fácil de eu me explicar, não preciso ser tão formal.
Quer saber o meu?
É William.
Agora foque a sua mente e esqueça do que está ao seu redor. A realidade vai começar.
O que você achou?

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