9 de março de 2011
continuação
8 de março de 2011
continuação
7 de março de 2011
Uma pequena nova História.
6 de março de 2011
Um outro dia cinco e este está acompanhado por um quatro, mas o quatro, hoje, não é o número mais importante. Até mesmo o tal dezessete tem menos importâcia: é apenas um número. Outros números se seguirão à esse mostrando apenas a passagem do tempo, pois o que importa não é ter ou não dezesseis ou dezesste anos, mas sim o que há por trás disso: a pessoa na qual você se transformou, pessoa essa que conquistou meu coração eternamente e teria feito o mesmo se tivesse quatorze ou vinte anos.
O que realmente importa é o cinco.
Não apenas o cinco, pois esse número por si só não teria significado nenhum se algo não houvesse acontecido nele. O dia cinco de março de dois mil e onze não seria nada além de um dia se a dezesste anos você não tivesse nascido, transformando uma simples data em um acontecimento que mudou tantas vidas.
Não acredita nisso?
Se a dezessete anos você não tivesse nascido, hoje eu não estaria onde estou, não estaria namorando e muito menos estaria feliz. Os últimos quatro meses e meio teriam sido apenas outros quatro meses e meio, não os melhores de toda a minha vida!
Se não fosse o seu nascimento, hoje talvez eu não acreditasse no amor, hoje com certeza eu ainda estaria sofrendo, a Lua não teria ganhado dois amantes que compartilham um dos mais verdadeiros amores, eu não teria beijado ao som romântico de Mamonas Assassinas, não teria visto um guarda chamar uma garota de dezesseis anos de moça, não teria atravessado uma avenida rolando e nem feito uma aula de natação em plena rua. E isso nem chega perto de tudo que eu não teria feito se você não tivesse nascido e está mais longe do quanto você já mudou e fez parte da vida de todos que te conhecem.
Maravilhoso foi o dia em que eles lá em cima decidiram que você devia voltar para cá. Provavelmente eles sabiam que nesse dia também permitiram que eu renascesse nessa vida.
Ainda que algumas pessoas tenham coisas a reclamar, tenho certeza que se somássemos à elas tudo oq eu você trouxe de bom, o saldo nunca seria negativo.
Afinal, é para isso que estamos aqui não é? Para aprendermos a sermos felizes, e você, mais do que qualquer pessoa me mostrou que podemos sim sermos felizes, basta encontrarmos a pessoa certa para isso, e eu encontrei essa pessoa.
Você.
Eu te amo mais do que à minha própria vida.
3 de março de 2011
Odeio quando sento na frente do computador e não consigo produzir nada. Nada não, não consigo produzir aquilo que quero produzir.
Minha mente, quando se foca em algo, acaba pensando naquilo a todo instante, até mesmo quando não estou executando aquilo que penso.
Agora, por exemplo, eu queria estar escrevendo um texto sobre alguma coisa, mas não dá! Tive uma ideia a pouco tempo e comecei um novo livro (é a terceira história diferente que começo a escrever e vou terminar todas ;D) e agora só consigo pensar nele. Tenho certeza que se eu tentar voltar a escrevê-lo agora, vai sair com certa tranqüilidade, mas um simples texto sobre um tema mundano eu não consigo escrever!
Como é complicada a mente humana. E como são diferentes as mentes por ai!
Enquanto uma, quando coloca algo na cabeça, não consegue parar de pensar naquilo, há outras que se desligam tão facilmente de assuntos difíceis que torna as pessoas possuidoras delas até mesmo ingênuas.
Há outras que nunca se decidem de nada, algumas, quando pensam em um assunto ou acontecimento, analisam tantas variáveis quanto um computador (a minha se encaixa também nessa descrição, o que às vezes é simplesmente muito chato e cansativo).
Quando minha criatividade resolve se voltar para algo, ela simplesmente abandona todos os outros assuntos nos quais eu pensar. É como se ela gritasse: escreva aquilo, não isso, porque não é sobre isso que quero falar agora.
E eu sou simplesmente obrigado a obedecer, pois é dela que dependo para escrever sobre qualquer coisa. Todos dependem de suas próprias.
Até que não seria um problema, mas é porque eu odeio não conseguir fazer as coisas que quero, ainda mais quando só dependem de mim, naquela hora que eu quero, então eu acabo ficando irritado e agitado e tais coisas só vão passar se eu desistir de escrever ou, no caso da agitação, se eu escrever sobre o foco da minha criatividade.
Bem, foi só até aqui que ela me permitiu escrever agora.
Prometo que postarei mais textos, tenho andado meio em falta aqui!
Abraços!
;D









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