11 de agosto de 2011

Herdeiros da Luz: Herdeiros da Luz não é apenas uma história contada...

Herdeiros da Luz: Herdeiros da Luz não é apenas uma história contada...: "Herdeiros da Luz não é apenas uma história contada por um narrador imparcial. É uma narração de fatos por um personagem crucial em tudo isso..."

Herdeiros da Luz: Herdeiros da Luz - O Início da Guerra das Sombras....

Herdeiros da Luz: Herdeiros da Luz - O Início da Guerra das Sombras....: "- Todos de pé! Estamos sendo atacados! Acordem! Rápido, precisamos nos defender. Agora! Por todo o acampamento o som da trompa de batalh..."

Herdeiros da Luz: Um livro, uma jornada

Herdeiros da Luz: Um livro, uma jornada: "Herdeiros da Luz. No início, apenas algumas palavras sem título. Um começo de livro sem nome, um capítulo sem pronome, palavras soltas por..."

Herdeiros da Luz: A história antes das páginas

Herdeiros da Luz: A história antes das páginas: "O Início da Guerra das Sombras... Certamente é um início, mas apenas de uma guerra, da última guerra, ainda que seja a mais importante. Mas ..."

Herdeiros da Luz: Os Dragões

Herdeiros da Luz: Os Dragões: "Quando começou? Onde? Como? Por quê? São tantas perguntas que não possuem uma resposta satisfatória...
Vou contar tudo o que eu sei, com o..."

Herdeiros da Luz: A Esperança

Herdeiros da Luz: A Esperança: "Um único sobrevivente. De um orbe cinco vezes maior que o nosso, com incontáveis mundo paralelos, apenas um sobreviveu. Um entre zilhões. ..."

6 de agosto de 2011

Não aos meses, mas ao amor



Ah, quantos incontáveis textos já não escrevi para falar desse assunto... Não dos meses, mas do amor. Os meses, hoje, são nove, mas o amor... Ah, o amor não pode ser medido ou contado, mensurado, pois o amor é entrópico. O amor é uma desordem organizada que ataca os nossos corações e mentes de uma forma que nos tira do rumo, nos faz esquecer que somos, fomos e seremos e pensar apenas em quem queremos ser. Quem queremos ser para uma pessoa especial.
Quantas coisas o amor não nos ensina, quanto o amor não nos fortalece, em quantas coisas não nos faz acreditar...
Já vivi o amor platônico e o à primeira vista, o não correspondido, o traído, o esquecido... Mas, quer saber? O melhor de todos é o que eu vivo agora.
O amor eterno.
“Que seja eterno enquanto dure”, disse alguém que, me perdoem, ainda que possa ser um crime, não me lembro o nome.
Enquanto dure? Não, não gosto disso. Disse ali em cima que o amor não pode ser mensurado! Então como podemos estipular uma duração para ele? Não, o amor, quando ele é realmente verdadeiro, ele é eterno. Veja bem, eterno, não imutável.
Não acredita que o amor pode ser eterno? Pena.
Quando for dizer frases do tipo “eu não amo mais tal pessoa”, pense bem antes, e, principalmente, olhe para ver se envolta não há alguém que ame verdadeiramente, ou, melhor ainda, que amou, aquele amor de carne osso, alguém uma vez na vida. Sabe porque? Porque a pessoa também vai sentir pena de você.
Um amor verdadeiro se torna eterno porque, mesmo que você deixe de amar a pessoa em um sentido (homem e mulher, por exemplo), você a amará em outro, de amizade, por exemplo. Os amores verdadeiros se transmutam, não se findam.
“Ué, mas porque você disse, ali em cima ‘...alguém que amou...’, se os amores não terminam?”. Justamente por isso.
Porque a pessoa amou loucamente outra, foi perdidamente apaixonada, e, em algum momento, se viu não amando-a mais daquele jeito que amava antes. Pode ter sido uma traição, uma decepção, a distância ou o tempo, mas algo fez com que o amor mudasse, mas nunca acabasse.
Esse é o amor eterno.
Esse é o amor que eu sinto hoje.
Sei que esse amor nunca vai me abandonar, nunca vai acabar. Vai estar sempre batendo no meu peito, me alimentando, me ajudando a viver e a resistir. Ainda que algum dia ele mude.
Mas sabe uma coisa? Nesse quesito nós temos certo controle. Os amores só mudam se deixarmos que eles mudem. E eu não vou deixar esse amor mudar.

5 de agosto de 2011

O Aniversário

E um ano se passou.

Faz pouco mais de um ano – alguns dias apenas – que o primeiro texto foi postado aqui. Desde lá seguiram-se outros 498 posts, incluindo, textos, fotos, frases, letras de música e por aí vai. Tudo o que possui palavras e tem algum significado digno de ser divulgado, mostrado, apreciado, apreendido, pode vir parar nas paginas deste blog. Bem, então isso significa que este é o post de número 500.

Que belo número não? Bem significativo e mais do que apropriado para comemorar o primeiro ano de existência do “Brisas e Pensamentos”.

Nestas páginas você vai, com certeza, encontrar de tudo e um pouco mais além daquilo que você esperava. Vai encontrar textos falando de amor, paixão, trevas, luz, dos elementos, dos “Herdeiros da Luz” e de outros mais de duzentos marcadores de assuntos diferentes.

Você vai encontrar narrativas, dissertações, crônicas, poesias, declarações...

Mas, principalmente, você vai encontrar sentimentos.

Comecei a escrever de verdade há pouco mais de um ano. Na verdade, criei este blog alguns dias, talvez pouco mais de uma semana, depois de terminar de escrever meu primeiro livro, “Herdeiros da Luz – O Início da Guerra das Sombras”. Livro este que comecei a escrever quando estava no terceiro colegial, mas isto não vem ao caso agora.

O que vem ao caso é que fazia algum tempo que eu pensava em criar um blog. Mas eu também pensava: “Será que eu vou conseguir escrever textos suficientes para manter o blog atualizado?”. Eu tinha medo de que o blog acabasse ficando parado e desinteressante. Afinal, eu não fazia ideia ainda de como realmente escrever um texto, nem mesmo se conseguiria escrever vários textos.

Resolvi fazer um “teste” antes. peguei papel e lapiseira e comecei a tentar escrever alguma coisa. Surpreendentemente as palavras fluíram com facilidade, fluidez, pelo papel. Em pouco tempo eu tinha meu primeiro texto pronto. Percebi que a inspiração ainda não tinha acabado. Peguei uma outra folha de papel e me pus a escrever o segundo texto. Em menos de dez minutos terminei-o também.

Dentro de mim pulsava uma estranha energia, uma afobação, uma ansiedade, uma vontade que, antes era de fazer algo que eu não sabia o que era, uma vontade que me deixava inquieto por não conseguir colocá-la para fora, porque não sabia o que essa vontade queria que eu fizesse.

Naquela noite descobri que ela queria que eu escrevesse.

Quando parei, havia sete textos diferentes na minha frente, escritos em menos de uma hora, um atrás do outro, cada um com o seu tema e significado, seu sentimento. Descobri que escrever não era tão difícil assim, não para mim.

Durante dois meses inteiros eu postei, simplesmente, um texto diferente em cada dia, sem deixar falhar nenhum deles. Era incrível como, de uma hora para a outra, eu me sentia tão à vontade com as palavras! Era só sentar na frente do computador e me colocar a digitar que em poucos minutos eu tinha um texto novo e original na minha frente. Descobri uma nova paixão, um novo amor.

A escrita me ensinou diversas coisas, coisas que não sabia que sabia e coisas que eu não sabia mesmo e que aprendi assim, apenas escrevendo.

Nesse um ano que tenho esse blog aprendi muito mais do que poderia ter aprendido se não o tivesse. E uma coisa eu posso garantir! Ainda que eu não esteja tão freqüente aqui como antes, e talvez um pouco menos de segunda em diante, o “Brisas e Pensamentos” não vai acabar, pois este agora é um amigo meu, um confidente, companheiro inseparável. Que venha o próximo ano!

Obrigado a todos os que já passaram por aqui.

Até a próxima!

3 de agosto de 2011

Os Herdeiros da Luz

Quem seriam esses tais Herdeiros da Luz?

Às vezes eu também me pergunto...

Os Herdeiros da Luz surgiram meio assim, de repente, em um lance meio mágico na minha cabeça. Mas antes de eu falar deles, de todos eles, vou começar por um, pelo mais importante nesta história toda.

Não sei se alguma vez você sentiu uma vontade incontrolável de fazer alguma coisa, uma agonia que te queima por dentro, te deixando inquieto e disperso, justamente por você não saber o que fazer. É horrível, mas também maravilhoso. Você se sente capaz de fazer qualquer coisa, sabe que, assim que descobrir o que é aquilo, para o que a vontade está se voltando, gerará coisas além da imaginação. E então, em um belo dia, eu comecei a descobrir o que era. Eu estava lendo, e então tive a vontade de escrever.

Uma história, uma narrativa, um épico. Eu precisava escrever. Mas então veio um outro problema.

Sobre o que escrever? Que história contar?

Comecei uma ou duas, sem saber muito bem como começar. Lembro que uma delas começava com um príncipe fugindo de um castelo e enfrentando algumas criaturas mitológicas em menos de cinco minutos de história. Péssimo, joguei fora cinco minutos depois de escrever... Não me senti à vontade com aquela história. Então eu pensei e pensei, acho que passei uma semana pensando sobre o que escrever, que história contar, como começá-la...

Então veio a luz.

Dizem (e eu confirmo) que para você escrever qualquer coisa, para que essa coisa fique boa, você tem que escrever com o coração, deixar a inspiração te guiar. Como começar melhor, então, já que eu não sabia nada sobre escrever, nem como começar, do que contando uma história que já havia sido vivida dezenas de vezes na minha imaginação desde pequeno? Como começar melhor senão contando uma história que, querendo ou não, não deixa de ser meio verídica, mas totalmente verdadeira, no mundo da imaginação? Porque, pode ter certeza, não é porque algo passa apenas na sua mente que ele deixa de ser real. E naquele momento eu tinha a oportunidade, o desejo, a criatividade e o meio de tornar tudo o que já imaginei e desejei real não só para mim, mas também para os outros.

Eu decidi contar a minha história.

Vocês com certeza vão se perguntar: “Sua história? Mas como assim? Por acaso você sabe usar magia e tudo o mais?”.

Não, eu não sei. Ainda assim, não deixa de ser a minha história, a história que, de tanto se passar pela minha cabeça por tantos e tantos anos, se tornou real no mundo da imaginação. Porque, como contou um “amigo” meu (alguns autores conseguem escrever seus livros tão bem que é como se o leitor se tornasse amigo dos narradores das histórias), nós todos somos semideuses criadores e, tudo o que pensamos, se alimentarmos sempre, nunca deixarmos de dedicar nossa atenção para tal, cria vida em um universo de éter.

Então eu resolvi colocar essa história no papel, compartilhar com os outros. Mas ela não é apenas a minha história porque a escrevi ou porque é a parte escrita do mundo que imaginei. Ela é a minha história porque sou eu quem está lá, naquelas páginas, contando, pensando, sentindo, agindo e reagindo. Porque os sentimentos que estão lá são os sentimentos reais que estavam dentro de mim em cada segundo que gastei para escrever cada uma daquelas palavras, porque cada decisão tomada pelo William é exatamente a mesma decisão que eu tomaria se estivesse no lugar dele. Porque o William não é um personagem inventado.

Nasceu então, nas primeiras palavras escritas ainda à mão em intermináveis, centenas de folhas de papel, o primeiro Herdeiro da Luz.

A partir do momento em que o William tomou sua forma no papel, foi simplesmente inevitável que os outros personagens começassem a nascer e adquirir vida, que a história começasse a fluir e crescer, a existir.

E hoje ela está aqui. Pronta em sua forma ainda incompleta. Não posso dizer terminada, até porque milhares de palavras ainda precisam ser escritas para que eu possa pensar em escrever a palavra fim, palavra esta que não terminará coisa alguma, pois assim que eu a pronunciar, apenas terei acabado de começar uma história que nunca terá fim na minha imaginação e na de todos aqueles que a lerem e alimentarem, como semideuses co-criadores, o universo de éter que ela passou a ser, como talvez diria aquele “amigo” meu, pois ela estará viva na imaginação de todos os que a compartilharem comigo.


Eai, vamos mergulhar nesse universo comigo?

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1 de agosto de 2011

Algumas palavras sobre o amor


O primeiro texto que postei neste blog falava exatamente sobre o amor. Usei alguns dos versos de uma música do Renato Russo e discorri sobre a minha opinião sobre eles. Algumas coisas mudaram desde aquele primeiro texto, em julho do ano passado. Este não é o primeiro, mas sim o 206º texto, o que, depois de tantas palavras, talvez tenha me feito aprimorar um pouco mais minha escrita. Algumas outras coisas mudaram, mas permanecendo apenas naquelas que tem influencia ou importância para este texto, acredito que a minha visão sobre o amor tenha mudado um pouco, mas não muito.
Lá eu falo que não acredito em amores impossíveis. Continuo não acreditando. Porém, descobri que não são apenas aqueles amores que não podem ser vividos que acabam esbarrando na barreira do “impossível”, criada por nós. Os amores que são sentidos por ambas as partes também podem ser levados a essa área que abriga os que desistem.
São apenas nove meses desse amor. Amor que me fez crescer muito e aprender muito, amor que pode ter demorado demais para aparecer na minha vida, me levando a quase desacreditar nessa pequena palavra de quatro letras que faz tantos matarem e morrerem, tremerem de medo ou se esconderem atrás de máscaras de indiferença.
Nove meses.
O tempo de uma gestação, o tempo para o nascimento de uma nova vida. E é o que está acontecendo, mais ou menos.
Esses nove meses talvez tenham sido os meses de “conhecimento”, onde os dois aprenderam um sobre o outro, discutiram, choraram, se beijaram, transaram, tiveram seus dias felizes e tristes, comemoraram, tiveram medo, erraram...
Que nunca erra, não é?
Agora uma nova fase vai se iniciar. Uma fase com muitas mudanças que, de início, podem até parecer ruins, mas que provavelmente se mostrarão boas se soubermos esperar e aprender com elas. As mudanças sempre trazem algo bom, sempre, cabe a nós, agora falo todos nós, pararmos de ver apenas o lado ruim delas.
Uma nova fase está nascendo. Mas não apenas uma nova fase. Acho que também um novo amor.
Não novo no sentido de algo que nunca havia existido, mas sim no sentido de que é diferente do anterior, diferente, mas não ruim. Um novo amor, derivado do anterior, mais maduro, mais forte.
O amor me ensinou, durante todos esses meses, a não ter preconceito, a amar realmente o que há dentro, porque o de fora não é o importante. O amor me ensinou a enxergar a verdadeira beleza das pessoas e a fazer com que elas fiquem ainda mais belas por fora só por poder ver o que há por dentro.
O amor me ensinou a amar.
E é amando que vou continuar vivendo, pois agora que sei como é, nunca mais vou querer que seja diferente.
E digitando este texto, apertei uma tecla errada e acabei vendo uma semelhança curiosa entre duas palavras. Pode parecer completamente ridículo para você, mas quem ama, ainda que ache idiota, vai entender a beleza da coisa...
Eu estou amando...
Amanda...
Eu amo você.

 
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