18 de abril de 2011

E eu que pensava já ter amado, até você aparecer e me mostrar que tudo o que eu julgava ser amor, era apenas uma paixãozinha momentânea.



Pedro Machado

17 de abril de 2011

6000

Seis mil visualizações!

Ok, em nove meses de blog, não é nenhum Record. Mas ainda assim, saber que meu blog foi acessado seis mil vezes por causa dos textos, frases, fotos que eu postei, é algo muito reconfortante. É claro que eu adoraria que houvessem milhares de outras visualizações, e estou trabalhando para isso, mas ainda assim, sou agradecido a cada uma das pessoas que já entraram aqui, mesmo que seja só de passagem, mesmo que não tenham demorado nem trinta segundos. Pelo menos tiveram interesse em abrir não é? Já é alguma coisa.

Então, aqui ficam meus agradecimentos a todos.

Obrigado

15 de abril de 2011



Fotos





Fotos, tecnicamente falando, nada mais são do que a imagem de algo. Tira-se fotos de paisagens, de esculturas, de monumentos, de quadros, de momentos...



Fotos de momentos são, eu acho, as mais belas.



Pois um quadro, uma escultura ou uma paisagem continuará lá por muito e muito tempo e, se você quiser, pode voltar lá para ver. Um momento não. Momentos não voltam, momentos não se repetem, momentos acontecem, passam e ficam apenas na memória, na lembrança. A foto, porém, eterniza esse momento.



Só que se outra pessoa, que não viveu aquele momento, olha a foto, às vezes, pra ela é apenas mais uma foto. O que tem de mais em quatro pessoas juntas e abraçadas? Para uns, apenas uma imagem, para aqueles que viveram, a lembrança de um tempo que não volta mais.



Fotos são lembranças “gatilho” para a nossa memória. Uma foto, se bem conservada, vai mostrar para sempre a sua imagem e, mesmo que não lembremos mais do momento, quando virmos a foto, com certeza poderemos lembrar até mesmo das palavras ditas, dos cheiros sentidos...



Fotos também podem ser demonstrações de felicidade.



Quais são os namorados que não possuem uma foto juntos? E muitas delas não são de momentos, mas sim fotos tiradas apenas para mostrar aos outros: nós somos felizes.



Fotos são demonstrações. De felicidade, afeto, amor, saudades, do que quer que seja, fotos nos fazem lembrar, tiramos para poder mostrar aos outros o que queríamos demonstrar com a foto, o que aquela demonstração causa em nós.

Quero ainda muitas e muitas fotos, com ela, com eles que ainda virão, acompanhando seu crescimento, fotos das viagens, dos acontecimentos... dos momentos.

9 de abril de 2011

Todos os dias eu me apaixono por sorrisos. Mas não são qualquer sorrisos..São todos os seus sorrisos.

O quão bem os sorrisos não fazem para nós.
Sorrisos são diversos e variados.
Há aqueles que são tímidos, outros mais extravagantes, alguns ainda são maliciosos (gosto destes ;D hahahahaha).
Mas o que importa é apenas uma coisa: os sorrisos.
Quase sempre (desde que ele não seja de desprezo ou deboche, é claro, porque acho que estes não são sorrisos, pois sorrir é algo bom. Estes são caretas, isso sim) um sorriso faz outro(s) se abrir(em) de volta, alegra o nosso dia, ou pelo menos o nosso momento... Como é possível não sentir vontade de sorrir diante do sorriso sincero de uma criança que nos olha?
Mas há sempre aquele diferente...
Quão bem um único sorriso não pode nos fazer?
Ah.. Todos nós temos aquele sorriso do qual mais gostamos, aquele que, mesmo antes de se abrir, provoca um de resposta no nosso rosto.
Aquele sorriso que é sempre dado por aquela pessoa, e não importa se aquele é o sorriso tímido/extravagante/torto/malicioso/envergonhado dela, ele sempre vai ter uma resposta no nosso rosto.
Gosto de sorrisos, gosto de sorrir, mas acima de tudo, gosto de um sorriso em especial e gosto de corresponder o mesmo.

8 de abril de 2011

O abraço



Como pode um abraço ser tão reconfortante? Como se pode sentir-se em casa, sentir todos os problemas desaparecendo de uma só vez ou então aquele choro reprimido se derramar apenas por causa deste "toque"?

O abraço.

Talvez uma das maiores demonstrações de carinho. Mas não apenas um simples abraço, aquele em que apenas passamos os braços ao redor dos ombros do outro com o corpo a meio metro de distância. Um abraço de verdade é de corpo inteiro, sem distâncias no meio, mas também não pense que isso deve ser ou se tornar malicioso, com segundas intenções. No abraço, é preciso sentir o outro, o calor do outro, o corpo, o acolhimento que só este gesto pode transmitir.

Tem gente que diz: nossa, mas o seu abraço é tão gostoso, é diferente dos outros. Isso é apenas porque esta pessoa abraça com vontade. Todos os abraços podem ser gostosos, desde que a pessoa não fique com frescuras de não querer encostar no outro ou coisas asism.

Um abraço bom é um abraço forte, daqueles de tirar um pouco o fôlego, de apertar mesmo a pessoa contra você com força.

Mas sempre há um abraço que é melhor do que os outros.

Este tipo de abraço existe apenas entre algumas pessoas, com algumas pessoas. Você pode encontrar, talvez, mais do que uma pessoa na vida que te abraça desse jeito, não apenas com o corpo, mas com a alma também, mas geralmente esses abraços são únicos (excetuando aqui o abraço de mãe).

Nesse tipo de abraço, além do conforto, da amizade, do carinho e tudo o mais, existe amor e compreensão.

Se uma imagem vale por mil palavras, um abraço desses vale por mil imagens.

Não acredita? Pois pode acreditar, sei do que estou falando.

;D


Ter paciência é o necessário quando se gosta de alguém.





“A gente nunca sabe de quem vai gostar.”





O Teatro Mágico.

7 de abril de 2011

Dormir ao seu lado, nem que seja por apenas meia hora ou pouco mais, é uma das melhores sensações que já tive. Talvez perca apenas para a sensação de acordar ao seu lado.


Gustavo dos Reis

6 de abril de 2011

Do terceiro, um pedaço

Eu corria como nunca tinha corrido antes. A paisagem voava ao meu redor devido à velocidade. Depois de tantos anos de lutas pela sobrevivência, tanto minha quanto daqueles que amo, treinamentos exaustivos e guerras intermináveis, eu estava orgulhoso com o que tinha me tornado. Eram poucos os que podiam me enfrentar e viver por mais do que alguns minutos.
Quando eu decidia que alguém ia morrer, esse alguém morria.

Ainda assim, eu não era um assassino. Não gostava de matar. Matava porque era necessário, porque os mundos estavam em guerra e para que a guerra acabasse pessoas precisavam morrer. Tecnicamente não precisavam. Se eles se rendessem, eu não seria obrigado a matá-los. Mas poucos eram os que se rendiam. Até mesmo quando eu aparecia na frente deles, imponente, visivelmente poderoso na minha armadura refulgente, com meu enorme escudo energético e minha espada de cristal e oferecia à eles a rendição, muitos se recusavam e se jogavam contra mim, só para morrerem no segundo seguinte.
Fazia muito tempo que um homem comum não podia me oferecer resistência.

Já os magos eram outra coisa. Alguns homens, por exemplo, se rendiam quando eu tinha tempo para explicar o que estava acontecendo, até porque muitos deles não sabiam pelo que lutavam. Mas já os magos eram orgulhosos de seus poderes e nenhum nunca tinha se rendido. Por conseqüência, todos os que eu tinha encontrado até hoje tinham morrido, na maioria das vezes pelas minhas mãos.

Agora eu corria desesperadamente tentando impedir que o maior deles devastasse mais um mundo. Ele tinha me enganado, criado uma armadilha na qual eu tinha caído perfeitamente, mas eu não podia deixa-lo escapar. Não dessa vez, porque dessa vez era no meu mundo
Eu corria através de uma estrada abandonada há anos. A guerra tinha chegado logo em seguida de eu ter saído dali. Agora o mundo estava devastado. E agora eu sabia que corria diretamente para a verdadeira armadilha.
Ele havia atraído os nossos exércitos para um outro mundo e praticamente ao mesmo tempo, iniciara um ataque contra o meu, pois sabia que não tínhamos como deslocar o exército tão rapidamente, ainda mais em meio a uma batalha. Ele sabia que eu correria para socorrer o meu mundo. Ele sabia que eu ia sozinho. E eu também sabia de tudo isso. Ainda assim, eu ia.
Cheguei ao alto de um morro e parei. A cidade estava lá embaixo, vazia, sombria, silenciosa.
Vasculhei-a com meus olhos aguçados, procurando sobreviventes, inimigos, qualquer coisa, mas não via nada, nem sentia ou ouvia alguma coisa.

Senti um ódio descomunal dentro de mim. Ele ia me pagar por isso!
Agachei, acumulando energia nas minhas pernas, e saltei, usando o vento para ajudar a me deslocar.
Subi muito alto e percorri a distancia que faltava até a cidade rapidamente, passando por cima dos primeiros prédios enquanto ainda subia. Enquanto “sobrevoava” a cidade, ainda não via nada, nem mesmo uma pessoa, nem mesmo a presença de uma pessoa ou qualquer outra coisa viva eu sentia.
Desloquei as correntes de ar para me fazer descer. Entrei em um mergulho acentuado, indo de cabeça te o chão. Quando estava há apenas uns dez metros, girei no ar, ficando com as pernas para baixo, e cai com força no chão. O asfalto rachou embaixo de mim e o som reverberou por entre os altos prédios da cidade fantasma.

Ergui-me lentamente, a armadura semitransparente refulgindo com os últimos raios de um Sol que se punha. Eu estava sem capacete e podia sentir a leve brisa fria da noite que chegava.

Olhei para o horizonte, diretamente para o Sol. Uma sombra passou na frente dele.

Sim, eu tinha chegado à armadilha.
O Sol desapareceu, mergulhando tudo ao redor na escuridão. Olhei para cima e vi as estrelas brilhando no céu sem Lua. Agora eu podia ouvir as sombras se mexendo fugazmente no ar, ocultando momentaneamente algumas estrelas.
Refiz meu capacete, congelando a água ao redor da minha cabeça até o zero absoluto, me alimentando da energia que ela retirava do ambiente.
Ainda não podia ver nenhum deles com precisão, mas sabia que eles estavam ali, me rodeando, cada vez mais próximos, às centenas.

Ergui meu punho esquerdo acima da cabeça e mandei uma mínima quantidade de energia de ativação para o cristal que se encontrava ali. Ele brilhou fortemente em meio às trevas e o escudo se abriu. Abaixei o braço, sentindo a enorme quantidade de energia que pulsava ao meu lado praticamente sem peso algum. O escudo redondo emitia um brilho azulado que era sua própria constituição: luz e energia.

Antes de tudo começar eu precisava ver pelo menos quantos adversários enfrentaria.
Ergui novamente o escudo acima da cabeça, dessa vez segurando com as duas mãos. Concentrei a energia acumulada nele, preparando-a para liberá-la. Dobrei levemente os joelhos, uma perna à frente da outra, olhando para cima, ao redor. Quando estava no máximo da tensão, liberei a energia em uma explosão.
A luz azul viajou para todos os lados em uma cúpula de poder, iluminando centenas de metros ao meu redor. E em cada um desses metros havia uma sombra humanóide flutuando no ar na minha direção, deixando farrapos imateriais por onde passavam. Eram centenas e centenas, incontáveis, todas indo na minha direção, prontas para matar. Estavam por todos os lados.
Abaixei o escudo e puxei a espada, me colocando em posição de combate. Olhei ao redor, desafiando-as enquanto a luz se extinguia.

Era uma batalha que elas queriam? Uma batalha elas teriam.
E era eu que ia vencer.

Todas avançaram para mim no mesmo instante.

Saltei no ar com um grito que ecoou por quilômetros, explodindo em luz, pronto para uma batalha da qual as estrelas jamais se esqueceriam.

E chega mais um daqueles momentos em que eu só quero fazer algo que não sei o que é. Olho para o teclado enquanto digito, ainda que isso não seja necessário, imaginando se assim eu não consiga descobrir outras combinações em suas teclas que não as que meus dedos encontram. Não sei se consigo.


Gosto de sentar e pensar. Gosto de pensar.


Penso em tantas e variadas coisas que às vezes me confundo com meus próprios pensamentos.


(e agora estou percebendo que estou errando mais quando olho para o teclado do que quando olho para a tela)


Penso no meu livro, na minha namorada, na faculdade, na minha vida e no que espero que tudo isso se junte e se transforme daqui alguns anos.


Em cinco: um casamento com dois noivos bem sucedidos naquilo que é o sonho de trabalho de ambos.


Em sete ou oito: uma família que começa a se formar, feliz e unida.


São coisas simples, pelo menos no objetivo, mas que podem ser complicadas na execução, assim como tudo sempre foi nessa vida. Mas, isso não será um problema se o que eu quero se realizar.


Não sei mais o que escrever sobre esse assunto.


Só peço a Deus que Ele me ajude a realizar isso.


E sei que ele vai ajudar.


Até.

 
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