6 de abril de 2011





Namorado em inglês é ‘boyfriend’ e sabe porque? Porque além de ser namorado, ele tem que ser amigo.

Eu conheço o seu coração. Seu coraçãozinho que já foi quebrado, estilhaçado em mil pedacinhos, como um copo de cristal que cai no chão. Conheço seus pensamentos, cada um que passa na sua mente, conheço os seus sonhos, conheço os seus desejos, o que você gosta e não gosta. Além de tudo isso, eu conheço a dor que você sente. Não por conhecer tudo, mas por sentir ela com você. E quando você chora, eu choro junto, quando você se tranca no quarto, eu não deixo ninguém entrar, te coloco no meu colo e deixo você chorar, até que durma. Agora você sabe porque se sente em paz quando chora? É porque eu recolho suas lágrimas, para que eu as chore no seu lugar. E quando sua dor para, é porque eu estou sofrendo por você. Eu estou quieto, e você está se remoendo de raiva de mim. Estou quieto, porque quero preparar algo maravilhoso no fim do tunel, para que você perceba, que mesmo que tenha sido escuro por todo o caminho, eu estive ali, na sua frente, retirando todas as pedras pra você, se machucando por você, sangrando no seu lugar… Você sofreu, eu sei, mas sofreu o minimo, aquilo que eu sei que você poderia sofrer, o que você não podia, eu sofri. Você está com raiva de mim. Mas eu não me importo. Porque eu te amo além de tudo. E vou continuar sofrendo por você, vou continuar chorando por você e com você de noite, de manhã, de madrugada. Vou continuar do seu lado quando você se trancar no quarto pra escutar qualquer musica no ultimo volume. Vou te amar. Mesmo que você me odeie e não me queira mais, vou continuar te querendo. Mesmo que sinta muita raiva de mim, a unica coisa que eu vou fazer é te amar mais.


Com amor, Deus.


(Nunca duvide que ele vai estar sempre ao nosso lado).

4 de abril de 2011



Cada pedaço meu, cada qualidade, dom, mas também cada defeito, cada imperfeição, incerteza, problema, tudo isso estava guardado dentro de mim e lugares que ninguém nunca tinha chegado antes, escondidos de tudo e de todos, principalmente os últimos.



Agora isso é passado.


Gustavo dos Reis



Amar talvez seja isso… Descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz.



Gustavo dos Reis

3 de abril de 2011

Ter coragem não é não ter medo. Quem não tem medo é tolo.



Ter coragem é sentir medo e saber controlá-lo quando chegar a hora de agir.


Gustavo dos Reis

2 de abril de 2011








Ela: Porque você me abraçou?


Ele: Porque se eu perguntasse como você está, você iria dizer que estava bem, mas eu sei que é mentira.


Ela: E como você sabe?


Ele: Porque quando a gente ama alguém, a gente não escuta as palavras ditas pela boca, e sim os sentimentos que estão dentro dos olhos.

Vontades e Vontades


As vontade vem e vão, aparecem, surgem do nada, cada uma com se tamanho, sua intensidade, sua vontade, seu modo de pedir e desejar. Deixam impresso em mim todas essas coisas e coisas mais, seus desejos profundos, em códigos almáticos de não-lógicas sem palavras.

Há uma coisa, porém, que esquecem de deixar.

O modo de tudo isso decifrar.

Ela vêm, surgem, me tentam a fazer o que elas querem mas não têm o trabalho de dizer o que é! Parecem até mulheres: temos que olhar em seus olhos e descobrir tudo [me desculpem as mulheres, mas vocês são assim e deviam saber disso e de outra coisa também: infelizmente os homens ainda não podem ler mentes (A não se uma mente, no meu caso ;D)].

Qual seria o problema se essas vontades misteriosas dissessem exatamente o que querem?

Nenhum!

Eu não ficaria angustiado sem saber o que eu quero fazer, tentando decifrar, imaginar, jogando aleatoriamente coisas na mente para ver se acerto na sorte, não ficaria fazendo outras coisas, errando mais que acertando, ficando ainda mais angustiado com os sucessivos erros.

Agora, por exemplo, sinto uma vontade no meu peito. Inicialmente imaginei se era escrever, por isso comecei. Ainda que tenha fluido bem, acho que não era isso, pois ela continua aqui.

O que seria então?

Saudade? Sim, ela é uma vontade. Vontade de ver/tocar/cheirar/beijar/abraçar/conversar com alguém (e outras coisas mais ^^).

Fome? Também é uma vontade, mas se expressa um pouco mais abaixo.

Também não é sono ou cansaço ou tesão ou desejo ou nada que eu consiga pensar.

Apenas é.

Talvez seja a vontade que pensei inicialmente: escrever. Mas não essas palavras.

Nessas férias terminarei meu segundo livro.

Enquanto isso, vou aguentar minhas vontades aqui.

1 de abril de 2011

Continuação

Virei meu corpo por cima dela e me apoiei nos joelhos para tirar sua blusa. Em um primeiro momento ela protegeu os seios com os braços, parecendo estar com um pouco de vergonha, mas eu fui beijando novamente seu pescoço e descendo. Puxei suas mãos para baixo e ela não ofereceu resistência. Passei a mão por um dos seios, sentindo a maciez da pele, brincando com o dedo em volta de seu mamilo enquanto ia beijando sua barriga até um pouco abaixo da borda da barriga. Ela prendeu a respiração enquanto eu descia. Voltei rapidamente, passando a língua pelo abdômen e ela se arrepiou inteira. Beijei seus dois seios inteiros, por todos os lados, antes de chegar aos mamilos completamente enrijecidos. Passei a língua suavemente por um deles, brincando um pouco, lambendo delicadamente. Provoquei-a por alguns instantes, passando de um seio ao outro, mas o tesão era muito grande para ficar apenas nisso.

Subi meu rosto até a altura do seu e fui descendo lentamente uma mão até chegar a sua calcinha. Passei um dedo por ali quase que sem tocar, mas eu vi a resposta em seu rosto. Desviei a mão para a coxa e acariciei-a com firmeza, voltando com mais suavidade pela parte de dentro até a virilha.

Através do tecido eu podia sentir o calor e a umidade do lugar e estava sendo muito difícil me segurar, mas era necessário.

Encaixei minha mão inteira ali, ainda por cima da calcinha e ela respirou mais profundamente.

Movimentei a mão junto com o tecido, “massageando” o local. Com um dedo, puxei sua calcinha de lado e passei-o de cima a baixo, sentindo. Era macio e quente, muito úmido. Ela fechou os olhos, aproveitando a sensação. Sai de cima dela, sentando na cama entre suas pernas para poder enxergá-la melhor.

Eu passava dois dedos lentamente por entre suas pernas e ela respondia aos meus toques, respirando mais profundamente quando o toque era mais intenso. Interrompi o contato por um instante e ela olhou para mim. Fechei suas pernas e tirei a calcinha. Não precisei abri-las novamente, ela mesma fez isso, deixando a parte mais intima do seu corpo totalmente à mostra para mim.

Fui lentamente com a mão até lá, mas ao invés de tocar por fora, coloquei um dedo dentro com firmeza. O seu gemido de resposta foi muito gostoso. Ela segurou um dos seios, massageando-o enquanto eu movimentava minha mão, agora com dois dedos dentro.

Comecei a girar meus dedos e a sua resposta foi audível. Segurou minha mão com uma das suas e me puxou para ela, olhando com olhos derretidos nos meus, a boca aberta enquanto respirava, aproveitando o prazer.

Então ela jogou seu corpo por cima do meu, me pegando de surpresa e tirando minha mão do meio de suas pernas.

Começou a beijar meu peito e a minha barriga, passando a língua quente bem devagar.

Em mais uma mostra de atitude, tirou minha cueca rapidamente e segurou no que havia ali com firmeza. Ela estava ajoelhada entre as minhas pernas e ali ficou, movendo sua mão em um ritmo constante, com movimentos decididos, um aperto firme.

O toque de suas mãos frias era muito bom. Fechei os olhos, aproveitando o momento, mas abri-os quase que em seguida.

Ela passava sua língua quente de baixo até em cima, e quanto chegou no topo, colocou-o dentro de sua boca. Eu sentia-o pulsando enquanto sua língua passeava por ele. Não consegui controlar os gemidos e eles logo começaram a sair.

Mas não era assim que eu queria. Levantei sua cabeça e puxei-a para cima, virando-a na cama e deitando por cima dela. Lentamente, fui movendo meu quadril para cima até sentir que a penetrava, indo devagar até o fim. Repeti o movimento uma, duas, três, muitas vezes.

Nossos corpos unidos se movimentavam em conjunto. Ela acariciava minhas costas, beijava meu pescoço, enquanto eu sentia seu corpo por dentro, passando as mãos pelos seus seios, suas pernas, seu corpo todo.

Ficamos assim, aproveitando-nos um do outro por momentos intermináveis, sentindo o intimo de cada um com seu próprio íntimo, deliciando-nos com o prazer que nos proporcionávamos, até que senti seu corpo ficando mais rígido, sua respiração mais acelerada, êxtase vindo. Quando seu corpo se contraiu ao redor do meu, eu também não pude agüentar. Fomos juntos ao céu por alguns segundos.




Você pode estar suja de tinta ou qualquer outra coisa, suada, molhada dos pés à cabeça, chorando, me batendo, me xingando... Pode estar qualquer coisa.



Um beijo seu sempre vai ser um beijo seu.



Gustavo dos Reis

 
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