1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, to treinando pra morrer!
2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Ta com defeito?
- Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.
3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.
4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
- Não. Sou sonâmbulo!
5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!
6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta: (BOA)
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!
7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: (ÓTIMA)
- Vai subir?
- Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.
8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:
- Flores?
- Não! São cenouras.
9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!
10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar: (MUITO BOA)
- Em dinheiro? ?
- Não, me dá tudo em clipes!
9 de fevereiro de 2011
8 de fevereiro de 2011
MARIDO BEM TRATADO
Uma mulher acompanha o marido ao consultório médico..
Depois de ser atendido, o médico chama a esposa reservadamente e diz:
- Seu marido está com stress profundo. A situação é delicada, e se asenhora não seguir as instruções que vou lhe passar, seu marido
certamente vai morrer. São apenas 10 instruções que salvarão sua vida:
1) Toda manhã, prepare para ele um café reforçado;
2) Para o almoço, ofereça refeições nutritivas;
3) Para o jantar, prepare pratos especiais, tipo comida japonesa,
italiana e francesa;
4) Mantenha em casa um bom estoque de cerveja gelada;
5) Não o atrapalhe quando ele estiver vendo futebol;
6) Pare de assistir novelas;
7) Não o aborreça com problemas do universo feminino;
8) Deixe-o chegar no horário que desejar;
9) Nunca questione onde estava;
10) Faça sexo com ele como e quando ele quiser.
No caminho de casa, o marido pergunta:
- O que foi que o médico disse?
E ela respondeu:
-Ele disse que você vai morrer
Uma mulher acompanha o marido ao consultório médico..
Depois de ser atendido, o médico chama a esposa reservadamente e diz:
- Seu marido está com stress profundo. A situação é delicada, e se asenhora não seguir as instruções que vou lhe passar, seu marido
certamente vai morrer. São apenas 10 instruções que salvarão sua vida:
1) Toda manhã, prepare para ele um café reforçado;
2) Para o almoço, ofereça refeições nutritivas;
3) Para o jantar, prepare pratos especiais, tipo comida japonesa,
italiana e francesa;
4) Mantenha em casa um bom estoque de cerveja gelada;
5) Não o atrapalhe quando ele estiver vendo futebol;
6) Pare de assistir novelas;
7) Não o aborreça com problemas do universo feminino;
8) Deixe-o chegar no horário que desejar;
9) Nunca questione onde estava;
10) Faça sexo com ele como e quando ele quiser.
No caminho de casa, o marido pergunta:
- O que foi que o médico disse?
E ela respondeu:
-Ele disse que você vai morrer
7 de fevereiro de 2011
Professora da PUC-RS. Essa é foda! hahaha
orientações para os alunos acerca da prova final que ocorreria no
dia seguinte. Finalizou alertando que não haveria desculpas para
a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento,
doença ou a morte de algum parente próximo. Um engraçadinho
que sentava no fundo da classe, perguntou com aquele velho ar
de cinismo:
- Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo
cansaço por atividade sexual??
A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando
pacientemente que o silêncio fosse restabelecido. Tão logo isso
ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu:
- Isto não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de
múltipla escolha, você pode vir para a classe e escrever com a outra
mão... ou, se não puder sentar-se, pode respondê-la em pé.
Aos 3 meses
Não te fiz um depoimento nos dois meses, sorry, mas eu sei que você vai rir quando ler isso e pensar: não tem problema. E quando ler isso vai pensar: idiota! E agora eu sei que você está rindo que nem besta na frente do computador! ;D
Enfim!
Voltando ao assunto que me trouxe aqui.
3 meses.
Como passou rápido!
Esse pensamento me traz outro: como o tempo é relativo. (relaxa, não vou começar a brisar no seu orkut ^^)
Mas é que ainda que pareça que não faz tanto tempo assim (que na verdade não é nada comparado com o tempo que vamos ficar juntos), cada segundo com você parece passar tão devagar, nós aproveitamos tanto o tempo juntos.
Nunca tinha acontecido antes, sempre parecia que o tempo passava rápido demais quando eu me sentia feliz, por isso nunca acreditei muito no Cazuza. Mas ele estava certo: Até o tempo passa arrastado, só pra eu ficar do seu lado...
O que dizer sobre esses 3 meses?
Tenho certeza que se eu fosse dizer tudo, você se cansaria.
Vou falar algumas coisas apenas então.
Desde o momento do primeiro selinho até a hora em que escrevo esse texto, passaram-se (e posso dizer com precisão, menos nos minutos) 105 dias ou 2529 horas ou cerca de 151740 minutos, incontáveis beijos e abraços, alguns choros, nenhuma briga, pequenas crises de ciúmes, muitos amassos, grandes descobertas, segredos revelados, amores superados, dores curadas, presentes entregados, beijos roubados, tapas distribuídos, risos e sorrisos, grandes ausências, reencontros...
Muitas coisas.
Este, por exemplo, é o “post” de número 68 que faço ou dedico à você, entre textos e imagens, o que dá cerca de 0,68 posts por dia, ou 1,2 posts a cada dois dias.
Hahaha imagino que agora você tenha balançado a cabeça e pensado (ou dito) “estranho”.
Mas nisso tudo ainda falta uma coisa.
O amor.
Na verdade, não estava faltando, pois se não fosse esse amor que provavelmente existe desde antes de nascermos aqui, nada disso teria acontecido.
Acima de tudo está o amor. O nosso amor e a nossa salvação.
Você foi para mim, no começo, uma bóia em meio a um oceano tempestuoso. Me mostrou que Ele não tinha me abandonado, que estava me dando uma nova chance. Me agarrei com todas as minhas forças e desejei que alguém puxasse aquela bóia e me tirasse daquele tormento que estava vivendo.
E fui ouvido.
Rapidamente a corda foi puxada e eu pude ver você, de pé na proa de um navio, sorrindo alegre e linda para mim, estendendo a mão para salvar a minha vida, para me mostrar que nada tinha acabado, as coisas estavam apenas começando. Eu segurei sua mão e não vou mais soltar.
O navio para onde me puxou agora alça vôos, crescendo sempre mais, nos levando cada vez mais alto, mostrando que é possível sim ser feliz, que depende apenas de nós.
Você já sabe disso, mas quero dizer aqui para que todos também saibam do futuro que planejo...
Quero casar com você, viver ao seu lado, ser feliz, ter nossos dois filhos e, finalmente, morrer eternamente apaixonado, só para poder acordar do outro lado e te ver comigo, e ver que nada acabou, apenas começou de novo, maior e mais forte.
Eu te amo s2
6 de fevereiro de 2011
Bagunça organizada
Estou meio sem ideias ultimamente. Estou ficando até 3 dias sem postar, e olha que eu fazia isso todos os dias.
Fico pensando: o que Será que está faltando? Seria criatividade? Ou inspiração?
Bem, criatividade não creio que seja, pois quando uma pessoa é criativa, ela simplesmente é, assim como uma pessoa é inteligente ou alta. Não é porque a primeira não está pensando em nada no momento ou que a segunda está sentada que elas deixaram de ser o que eram.
Eu sou criativo, por isso a criatividade nunca some ou acaba, apenas não está sendo usada.
Então só posso crer que falta inspiração, pois tempo eu tenho, ainda que o esteja administrando mal de vez em quando.
O que é preciso para inspirar?
Uma palavra? Um som? Um simples tema? Uma cor? Uma dor? Um sentimento? Um amor?
Qualquer uma dessas coisas renderia um belo texto apenas pelo que são. Se formos pensar nas suas variáveis poderíamos escrever infinitos textos sem nunca se repetir.
A bagunça, por exemplo, o que podemos dizer sobre ela?
Aos olhos de que vê, ela existe quando coisas estão “fora dos lugares onde deveriam estar”. Ok, é uma explicação até que plausível. Mas posso acabar com ela em uma frase?
Como você pode dizer que o lugar daquela coisa não é onde ela está no momento, mas sim onde você acha que ela deveria estar?
Explicando:
Quem determinou que uma coisa tem que ficar em um lugar a outra no outro? Quem foi que disse que quando algo está no chão, o ambiente está bagunçado?
Sua mãe á entrou no seu quarto alguma vez logo após você arrumá-lo e disse “Dá pra você arrumar esse quarto, por favor”? Tenho certeza que sim. Então você olhou e volta sinceramente procurando a bagunça da qual ela falava e não encontrou nada de errado. Sei como você se sente, saiba que não está sozinho.
A bagunça nada mais é do que algo inventado pelos homens para complicar e deixar a vida ainda mais irritadiça e chata. Qual o problema se algo está em um lugar diferente de onde estava antes? Nenhum! Assim como o escuro ou o mal, ela não existe de verdade. Aos olhos de um, um ambiente pode estar bagunçado, aos olhos do outro, pode estar perfeitamente arrumado.
O que importa é apenas uma coisa:
Quando você procura algo no seu quarto naqueles momentos em que ele está arrumado do seu jeito, você acha? Sei que sim.
E quando sua mãe deu uma “passadinha” por lá? Tudo simplesmente desaparece, não é?
Então, é isso aí.
4 de fevereiro de 2011
Por quê?
Tenho uma mente um tanto analítica (às vezes toda essa capacidade de analisar diversos pontos me incomoda). Não consigo ver, ouvir, sentir algo sem pensar no por quê. Não que eu queira pensar, simplesmente minha mente vaga por essa pergunta sem que eu perceba. Estava pensando em um certo momento:
Como sei que a amo?
Vamos discorrer sobre os pontos que me levam a acreditar nesse sentimento.
Primeiro: eu me apaixonei por ela “contra a minha vontade”. Não que eu não quisesse, mas não comecei algo querendo me apaixonar, apenas deixei que as coisas fossem acontecendo, não me envolvi completamente antes mesmo de algo ter começado, não deixei que o meu ideal de amor fizesse com que eu começasse uma paixão fadada ao erro, ao extermínio por causa de falta de sinceridade no sentir, por ser apenas uma idealização que eu queria que se realizasse. Não, o que eu senti quando li suas palavras “quando você pensa em alguém a todo instante, isso é amor não é? Então eu acho que eu te amo” algo diferente e novo, grande, crescendo dentro de mim, algo sincero e verdadeiro. A felicidade foi intensa, a mente demorou a associar, causando “paralisia” temporária, mas o coração entendeu na mesma hora o significado daquelas palavras a tanto esperadas, entendeu e mudou o ritmo, o significado, dos seus batimentos. Não batia mais por mim, batia por ela. E então eu percebi que aquelas palavras (eu te amo) já estavam dentro de mim, gritando para que meu cérebro desse a ordem à boca para pronunciá-las. Eu já a amava, só ainda não tinha me dado conta disso.
Segundo: quando começamos o nosso relacionamento, antes do namoro, eu ainda pensava naquela outra, aquela que fora dona do meu coração por tantos anos, dona do meu sofrimento por tantos anos. Quando pensava nela, ainda sentia meu coração se apertar de saudades, dor e esperança. Não queria deixar de amá-la. Mas quando os sentimentos entre nós (agora falo deste “novo” amor) começaram a crescer, aqueles pensamentos incessantes de antes, aquela agonia contínua, começaram a diminuir de intensidade e constância, ficaram mais esparsos, até o momento em que, quando eu não esperava, vi o nome da outra surgindo na tela. Olhei fixamente até a janela desaparecer e... não senti nada. Minto, senti alegria sim. Mas essa alegria veio apenas após a indiferença, alegria por não ter sentido nada. Alegria porque, agora eu sei, não mais a amo como antes amava. Não posso dizer que não a amo, pois foi verdadeiro e o que é verdadeiro não acaba, se transforma, mas agora o que restou é a amizade.
Terceiro: quando estou com ela simplesmente não penso em mais ninguém, penso apenas nela, sinto apenas ela, tenho saudades apenas dela, amo-a apenas. Não existe amizade ou amor platônico que possa me distrair da sensação de tê-la ao meu lado, de sentir seu coração batendo junto ao meu, de experimentar novamente o sabor da sua boca, de ouvir sua voz dizendo no meu ouvido: eu te amo. Quando a reencontro depois de um, dois, três os mais dias sem vê-la, é como se um espinho tivesse sido retirado do meu peito, um pedaço do meu corpo houvesse sido devolvido, estacando o sangramento que até o momento me agoniava, sangrar esse causado por sua simples ausência. O alivio é grande toda vez que a vejo, pois sei que a partir daquele momento até o momento de nossa nova “despedida”, ela estará segura, porque com mais ninguém nesse mundo ela poderia estar mais segura do que comigo. Isso porque sou a pessoa mais habilidosa que existe? Não, simplesmente porque eu a amo, e isso me torna a pessoa mais eficiente se for preciso protegê-la, pois não negarei esforços ou sentirei medo de me machucar. A única coisa que vai importar é mantê-la a salvo.
Quarto: em dezenas de textos e imagens, frases, gestos, ações, não consegui expressar todo o meu sentimento, pois ainda sinto vontade de continuar a escrever, agir e mostrar o que sinto. As palavras não me faltam, formas não acabam, por mais que eu já tenha escrito e dito. Sempre há uma nova forma de declarar o meu amor, sempre um novo jeito de dizer um novo “eu amo você”.
Quinto: nunca me senti tão seguro quanto me sinto agora, nunca tive tanta vontade de ser de alguém e ter esse alguém para o resto da minha vida, nunca senti uma dor tão grande só de imaginar que isso pode um dia acabar. Não preciso de mais razões. Não preciso de razões. Simplesmente sei isso.
Eu amo você.
Quando devemos parar de temer?
Quando é que vamos parar de chorar?
O que precisamos para deixar de pensar e começar a fazer?
A hora é agora, vamos deixar acontecer!
Um grande problema da humanidade: o medo.
A salvação de todos: os sonhos.
O maio problema da humanidade: o medo de sonhar.
Os sonhos são nossos companheiros desde que nascemos. Assim que somos concebidos, sonhamos em abrir os olhos. Perseguimos esse objetivo e finalmente começamos a enxergar o mundo. O tempo passa e os sonhos se tornam mais ousados: os primeiros passos, as primeiras palavras, aprender a comer sozinho, correr, escrever, contar e assim por diante. Vamos atrás de cada um desses sonhos e os alcançamos, na maioria das vezes.
Quando estamos lá pelos nossos nove ou dez anos os sonhos se tornam mais ousados. Não são apenas coisas que todos devemos fazer, mas sim conquistas próprias que começam a ter a nossa cara. A maioria das crianças já começa a escolher (ainda que não seja o que ela vai seguir) algo que ela “quer ser quando crescer”. Outros começam a fazer esportes ou aprender um idioma diferente, música, dança, ou qualquer outro tipo de arte.
E é nessa fase que os medos começam a aparecer. Medo de não ser bom o suficiente, medo de que um dia tenha que parar, medo de se machucar, medo de não dar certo, medos, medos, medos e mais medos.
Porque tanto medo?
Algumas pessoas tem tanto medo que algo possa dar errado que nem começam. Como você vai saber se vai dar errado se nem tentou fazer? Tente, depois me diga o que aconteceu. Não comece algo pensando: ah, mas daqui há algum tempo vou ter que parar. Tudo bem, se tiver mesmo que parar, valeu a experiência.
Eu prefiro ter algo nem que seja por um segundo, do que nunca tê-lo.
Quantos nunca sonharam em ser jogador de futebol? Um músico famoso? A primeira bailarina? A maioria dessas pessoas nunca chegou a ser o que sonhou quando criança, mas muitas vezes apenas perseguir um sonho nos ajuda muito mais do que se um dia nós o realizássemos. A perseverança e força de vontade que adquirimos ao correr atrás do que nós queremos, será levada para o resto da vida e nos ajudará em tudo que formos fazer. Além de que as habilidades adquiridas nos serão úteis em tudo. Porque quando se aprende a tocar um instrumento, por exemplo, a habilidade que se adquire não serve só para a música, pois ela te deixa mais rápido e alerta, mais sensível e perceptível ao ambiente.
Se metade dos seus sonhos de infância não se realizarem, não fique triste, o que realmente importa é que você teve a coragem de sonhá-los e de ir atrás deles e assim se tornou uma pessoa melhor, desenvolveu seu corpo e mente.
Você não se lembra mais quais eram os seus sonhos de criança? Que pena. Mas tudo bem, nunca é tarde para se começar a sonhar.
1 de fevereiro de 2011
Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o "BBB"
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço... A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil, encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 11 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 11 é a realidade em busca do IBOPE..
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 11. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados.
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína, Zilda Arns).
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço... A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil, encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 11 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 11 é a realidade em busca do IBOPE..
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 11. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados.
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína, Zilda Arns).
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
Espero que possam rever seus conceitos...
31 de janeiro de 2011
Palavras de uma amiga
Estar com você me lembrou que é bom escrever. Nunca fui de rimar, até acontecia, mas sem querer. Escrevo o que sinto sem me preocupar com a estética, o que importa é a verdade que não deve ser também hipotética, já disse que os "e se" e "poderia" nunca ajudam e acrescento que ninguém os acha boa companhia.
Machucada fiquei, por amar demais talvez. Amei além do que via, além das montanhas que não posso alcançar, além de tudo que queria sonhar. Amei mais do que o juízo queria, amei mais do que uma tarde vazia. 'Amar nunca fez mal a ninguém' é o que eu ouvia, só esqueceram de citar que isso valia pra quem não caia. Cair? - você pode pensar - sim, não se cai apenas da calçada pra via ou detrás da cortina, caímos também dos sonhos e quando se cai do pedestal de um ideal é como chupar limão com sal.
Rimei sem querer e uma mensagem chegou, como nas palavras que ouvi, na mensagem você mais uma vez entoou "linda". Por que é que vocês insistem em falar assim? Não é mais namorado e me chama de linda, mal me conhece e diz que sou assim, namora e afirma que a minha fisionomia agrada, mas que roubada! - eu penso.
Tá, você também é lindo, mas te vejo apenas por dentro. Esse é meu mal, me encanto com o que as pessoas são, mas elas não o são para mim ou exclusivamente para mim. Me perguntei esses dias: Por que parece que sempre falta algo ou alguém? e hoje indago: Por que existem tantas pessoas lindas que não são de alguém? - bom, pelo menos não de um alguém chamado eu.
São B's, R's e G's... letras que marcaram, umas foram e outras nem voltaram. Cansei de ter alguém que não quero e querer alguém que não posso.
Vá embora! - eu quero gritar. Mas e pra onde eu vou quando você se virar? Quem vê pensa que eu te amei e você não me quis, caramba eu mal sua mão segurei e já me sinto assim. Paciência é meu exercício diário, ela me falta aos pedaços e os pedaços que faltam me desabam. Saia por ai andando e finja que não existo, quem sabe eu desencano e finalmente existo.
Uma novela de dois dias.
Começo, meio e, ainda assim, me resta dizer que foi bom e você será no meu coração bem vindo, quando finalmente chegar o fim.
(Texto escrito por uma grande amiga que possui muito talento, como podem perceber ;D)









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