20 de outubro de 2010

Sonho em um dia...

O quanto um sonho pode ser realizável?

Tenho muitos sonhos doa mais variados tipos e tamanhos, formas, cores, intensidades, cada um com suas variantes e dificuldades, possibilidades e desafios.

Sonho um dia em escalar o monte Everest, pular de um avião a quilômetros de altura, atravessar imensas distâncias pelo céu usando apenas meu corpo, nadar por quilômetros sem fim unindo as duas partes do velho continente.

Sonho em saber lutar bem o suficiente para nunca ter que fazer isso, em me juntar aos corais do oceano e ver o Sol se pondo no mar.

Especialmente esses dois últimos se juntam a outros sonhos. Um outro sonho.

Sonho também em ver o meu trabalho, minhas palavras, reconhecidas e admiradas pelo mundo inteiro, em ver minha história “chegando ao fim” apenas para continuar na imaginação de todos as que a leram. Sonho não em ser famoso, mas sim em realizar meu sonho, falar um pouco de mim para quem quiser ouvir, dar um pedaço de mim para quem quiser receber, falar um pouco do meu amor para quem quiser entender, ajudar a mim e a aqueles que precisarem... Apenas falar.

Sonho em ser pai. Ter dois filhos – primeiro uma menina, depois um menino, assim ele não vai mandar nela – quero e vou ser o melhor pai que eu puder ser, dar aos meus filhos tudo o que eu não pude ter (não estou falando apenas de material).

Mas, acima de tudo, quero encontrar a mãe dos meus filhos. Quero poder dirigir todo esse amor que eu sinto para a pessoa que lhe é de direito, para que eu “escolhi” amar. Sonho em um dia mergulhar com ela e depois deitar na praia em silêncio para apreciar o pôr-do-sol. E quando a noite cair, continuar ali, apreciando a nova beleza que surge, as estrelas que nos iluminam, caindo e brilhando. Sonho em amá-la intensamente ali, apenas com Deus e seus astros como testemunhas.

Talvez esse sonho não seja possível...

Mas mesmo que eu não conseguisse realizá-lo, ficaria feliz se pudéssemos ser um do outro mesmo que fosse por uma única vez, ainda que quisesse que isso fosse eterno. Negligenciaria a dezenas de outros sonhos para tornar isso real... Mas nem tudo acontece como queremos, não é?

Ainda assim, não vou deixar de sonhar, muito menos de tentar realizar meus sonhos, pois um homem que não sonha, é um homem morto.

E você, quais são seu sonhos?

19 de outubro de 2010

Para pensar e relaxar...

Preciso pensar. Preciso de tempo para pensar. Preciso de um lugar para pensar. Preciso ficar sozinho para pensar.

Queria poder me isolar do mundo, só por uma semana.

Só para pensar.

Parar de me preocupar com tudo que envolve minha vida e simplesmente tirar um tempo para mim.

Queria realmente que meu livro fosse publicado e fizesse muito sucesso (quero isso e acredito também), assim eu poderia, quem sabe, tirar uma semana nas férias para pensar.

Simplesmente ir para o meio da natureza e ficar sozinho, longe de tudo e de todos. Me embrenhar na mata durante o dia, seguir um riacho, encontrar uma cachoeira, andar pelo meio das pedras cobertas de limo, a água gelada passando pelos meus pés descalços, o ar úmido, parado e ameno, entrando pelo meu corpo e me inundando de vida, passando pelo meu tronco sem camisa s secando o leve suor que surge lentamente.

Entrar, então, na água fria da cachoeira, molhar todo o corpo, lavando a alma e aliviando a tensão, perdendo o fôlego por causa da temperatura e da beleza.

Deixar que minhas mãos e pés encontrem o caminho até o topo, sem pensar, apenas reagindo, me impedindo de cair, agarrando-me à vida.

Nada como um pouco de adrenalina para esvaziar a mente.

Chegar no topo, o corpo suado e cansado. Lavar-se nas águas calmas do riacho antes que se transformem na corrente forte que ruma infinitamente para baixo.

Queria então apenas deitar na rocha nua e seca, deixar que os raios esparsos de Sol, que penetravam a densa folhagem no alto, aquecessem meu corpo e evaporassem a água, apenas sentir a leve brisa e o calor.

No primeiro dia, não pensaria em nada. No segundo, voltaria ali para começar a organizar as idéias. Vida material, depois os sonhos e finalmente tiraria a maior parte do tempo pensando no que não foi feito para ser pensado.

Queria também que o lago que as águas desabassem fosse bem fundo. Então eu sairia correndo e me jogaria no vazio, deixando-me dominar pela sensação de liberdade causada pela queda livre, olharia para cima por alguns instantes, aumentando o frio na barriga e fitando o céu infinito.

O impacto.

Meu corpo afundaria vários metros, a água fria me envolvendo completamente. Aproveitaria durante o máximo de tempo possível a pressão da água, a falta de oxigênio fazendo meus pulmões começarem a queimar.

Depois de subir à tona e engolfar o ar precioso ao redor, seguiria de volta pelos meus passos deixados nas pedras.

De noite, deitaria em um campo aberto para observar a beleza das estrelas, os membros abertos, olhos levemente desfocados para contar as dezenas de estrelas cadentes que viriam na minha direção, desfazendo-se em luz e pó antes que pudessem alcançar seu sonho de chegar à terra firme. Faria dezenas de desejos, tantos quantos fossem possíveis, rezando ardentemente para que fossem realizados.

Sempre pensando.

Talvez, depois dessa semana de paz e reflexão (não solidão. Não estaria sozinho em momento algum, não já que eu estaria junto com os que amo em pensamento, com a que amo), eu voltasse melhor, com a cabeça mais organizada, os pensamentos e sentimentos mais claros na mente e no coração. Se não voltasse, tudo bem, pelo menos eu teria relaxado e descansado o suficiente para voltar a enfrentar a selva que é o nosso mundo.

Mas como não tenho como fazer isso (não por enquanto, pelo menos) reservo pequenos espaços do meu tempo para me transportar para um lugar assim e, lá, sentindo sua paz e pureza, refletir sobre tudo o que preciso, tudo o que aconteceu, pode acontecer e o que eu quero que aconteça....

É só uma questão de imaginação...

Sente-se, por favor (por um pouco de raiva)

Bancos.

Os bancos estão por toda parte. Macios, duros, brancos, azuis, verdes, cinzas, marrons; possuem cores e formatos, formas e locais. Da praça, do ônibus, do banco, do ponto. De casa e da rua, sempre fazem a mesma coisa; nos oferecem conforto (às vezes) e um descanso para as pernas. Confortam as nádegas e guardam nosso dinheiro, seja escondendo a carteira ou rendendo na poupança (muito pouco, eu sei).

Existem diversos bancos em bancos e bancos de bancos. O do Brasil é confortável, o do Bradesco não existe, o do Unibanco é do Itaú e o do Real faz milagre.

Mas qual a finalidade dos bancos?

Nos deixar esperando, qualquer que seja o tipo do banco. Quem nunca passou horas no banco de um banco ou no banco dos pés, o chão? Sim, pois o banco está para a bunda na mesma medida que o chão está para os pés.

O que eu quero dizer é: os bancos existem, mas nem sempre funcionam.

Eles quebram e falem, nos fazem perder celulares e dinheiro, seja quando levantamos ou caímos. Alguns são pichados, outros são lavados. Há também os que fazem a lavagem.

Bancos são públicos e privados, grandes e pequenos, mas todos tem um objetivo sórdido: pegar o nosso dinheiro. Quer seja o troco do busão ou os juros corrediços, eles teimam em falar que é “especial”. Em cheque ficamos nós ao perceber que a medida do banco excede em muito a nossa conta.

Vejo bancos que não existem somando contas que nunca crescem, enquanto o da praça só faz diminuir.

Agora, qual era mesmo a finalidade dos bancos?

Aquecer nossas poupanças. Mas como, se mesmo ganhando idade, os zeros só crescem na balança, aí, coitado do nosso banco! Ficamos quadrados de tanto esperar pelo ônibus que não chega, o sorteio que não vem. Pé quente? Só se for o deles. O “banco” sob os meus continua frio.

Não se iluda com bancos de medições “universitárias”. Fazem você esperar tanto quanto os outros, quatro, cinco anos. Os zeros só crescem para o lado errado, transformando um banco em negativo. Daqui a pouco até o “i” eles usarão em suas contas, fazendo-nos imaginar que um mundo de muitos bancos é um mundo melhor.

18 de outubro de 2010

"Amiga" das Dores

Durante toda a nossa vida, passamos por dezenas de coisas, fazemos centenas de escolhas, escolhemos milhares de atos, agimos de milhões de maneiras diferentes...

Algumas coisas, nunca vamos fazer simplesmente por que não queremos, outras, porque não conseguimos fazer, algumas simplesmente não passaram pela nossa cabeça e há uma parte que são impossíveis (ou quase) na nossa atual circunstância.

Existe uma coisa, porém que o ser humano não precisa para viver e até, se for realmente cuidadoso durante toda a sua vida, não precisará senti-la nunca.

É a dor.

A dor nos acompanha praticamente desde o momento que nascemos, naquela primeira vez que inspiramos o ar gelado ao nosso redor, o choque doloroso de vermos nosso mundo se transformando em um piscar de olhos, mudando completa e irreversivelmente. Nascemos e nos criamos em um mundo de dor.

Uma vez eu ouvi de alguém que um homem pode não sentir dor durante toda a sua vida. Já a mulher não, pois há a dor do parto. õO como assim? Uma mulher é obrigada a ter filhos? Se ela não quiser (e hoje em dia existem muitas que não querem) ela simplesmente não tem, e assim não sente dor.

Qualquer pessoa tem a possibilidade de passar por esse mundo sem nunca sentir um único nervo dela reclamar do “incômodo” da dor.

Mas será que conseguimos isso?

Meio impossível, eu acho (e olha que eu acho pouquíssimas coisas impossíveis)*

Não tem como, não no mundo em que vivemos. Se estamos aqui, é porque ainda precisamos aprender pela dor. É principal forma por onde conseguimos ver que estamos errados.

Mas o que é realmente a dor?

Impulso elétrico gerado por um nervo e levado até o cérebro que, por sua vez, envia de volta a informação de que algo está errado no lugar inicial. Sensação de dor.

Mas será que é só isso?

Com certeza não.

Existem pessoas que possuem doenças no sistema nervoso e elas simplesmente não sentem dor.

A dor física, na verdade é apenas um “aviso” que nos índica que há algo errado com alguma parte do nosso corpo. Pensando friamente, ela não é realmente necessária, desde que ficássemos atentos ao nosso corpo para qualquer anomalia que pudesse causar um estrago à ele.

Mas, se ela não é tão necessária assim, do ponto de vista físico, será que ela tem alguma utilidade?

Tem sim.

Para alguns, a dor é a hora de parar, o momento de desistir. Para outros, a dor é o obstáculo a ser superado, a motivação para seguir em frente.

Muitas pessoas sentem dor para não terem mais que senti-la. Haha estranho? Sim. Mas é verdade. Principalmente em lutas, os praticantes “calejam” seus membros, sentindo dor, para que, no futuro, não tenham mais que senti-la.

Voltando ao fato de que a dor podia ser inexistente em nossas vidas.

Para alguém não sentir dor nunca, ou ela tem que ter muita sorte ou ser o Gaara do Naruto. ;D

Infelizmente, para mim, eu não me encaixo em nenhum dos dois tipos.

Digamos que a dor se tornou meio que uma “amiga” na minha vida. Desde que eu me lembro, eu sinto dor. Quando pequeno já cai muito, pois sou hiperativo, e me machuquei muito. Já consegui zoar minha coluna (agora está tudo ótimo! ^^), tirar uma lasca do meu quadril, operar três vezes de unha encravada (uma das piores dores que já senti é a anestesia no dedo!), deslocar cinco vezes o ombro, ser atropelado (uma vez apenas!), quebrar o dedinho do pé e o da mão (não fui no medico nenhuma das vezes) entre outras dores. A pior de todas, com certeza, foi a cirurgia para retirada do apêndice. Imagine alguém colocando uma faca na sua barriga e deixando-a lá durante uns vinte dias. Mais ou menos isso! XD

Com certeza agora você acha que sou o cara mais azarado do mundo! Nem tanto assim. Mesmo com tantos acidentes, tenho um condicionamento muito melhor que muita gente por aí! (modéstia à parte! ;D).

Sabe, não foi tão ruim assim quanto parece. Toda essa dor me ensinou a dar valor ao meu corpo e ligar menos para a dor. Quantas pessoas não quase desmaiam quando vão tirar sangue? Essas pessoas não sabem o que é dor (e prefiro que continuem não sabendo!), mas a dor também pode ser boa, desde que você saiba tirar o proveito certo dela, aprender com ela. Hoje eu sinto menos e resisto muito mais à dor. Então ela foi boa pra mim!

Mas não existe apenas a dor física. Há uma dor que supera qualquer outra e essa realmente é a verdadeira dor, a dor que marca e deixa cicatrizes, transforma e destrói.

Dor emocional, sentimental, afetiva. Dor da perda.

Essas dores são mais freqüentes (por incrível que pareça) na vida de um ser humano do que a dor física. Infelizmente, de novo, meu azar se estendeu também a essa dor.

Essa é realmente a dor que precisamos enfrentar e não deixar nos derrubar. Pois a dor de um corte profundo pode ser suportada, mas a dor de um ente querido que se foi, de um amor perdido, vão muito mais fundo e doem muito mais do que qualquer outro tipo.

Deixam impotentes até mesmo os mais calejados, fazem fraquejar os mais fortes e tiram a fé dos que mais crêem. Essa dor não pode nos vencer nunca.

Temos, sim, que aceitá-la, entendê-la, mas depois, superá-la. Encare suas dores, machucados e cicatrizes, aprenda com eles e saia mais forte, de cabeça erguida, não deixe que elas te derrubem. Por mais que possa doer, você tem que ser mais resistente que elas.

17 de outubro de 2010

Existem pessoas que, quando olhamos, enchem-nos o mundo

Chances de viver

Estava pensando no que escrever quando pensei em um tema que geralmente escrevo, mas consigo sempre falar alguma coisa nova sobre ele.

Sentimentos...

Gosto de falar sobre eles, pensar, meditar, questionar... Até mesmo com assuntos que nada tenham a ver com eles, eu acho uma maneira de citá-los. Um sentimento em si é o que mais me atrai.

O amor.

Amor está em tudo e em todos. Está na nossa essência e criação, nosso criador.

Para qualquer lado que desviemos nossos olhos e atenção, olhar e imaginação, vemos pequenas mostras de Seu amor por nós.

Mas não é sobre o amor que quero falar, e sim sobre a atração que sinto por ele.

Algumas pessoas já me perguntaram: “Como você consegue falar de amor mesmo quando o tema não tem nada a ver com ele?”.

Infelizmente não vou poder responder à essas pessoas.

Nem eu sei.

Já pensei em várias razões...

Desde que consegui começar a compreender uma pequena parte do que é o amor, eu busco esse sentimento... Se eu o encontrei? Em partes.

O amor da amizade eu tenho, sempre tive, e é esse amor que me ajuda a continuar.

Amor de homem e mulher...

Posso dizer que já tive mais decepções que muita gente que eu conheço. Mesmo assim, também posso dizer que conheço esse tipo de amor melhor do que muitas pessoas bem mais velhas que eu. Isso é uma outra coisa que me ajuda a não desistir.

Como posso afirmar isso?

Porque eu amo. Amos mais do que algumas pessoas já amaram em suas vidas...

Quem?

Uma garota, mulher, paixão, que um dia apareceu na minha vida. Talvez seja minha maior decepção.

Algumas (pouquíssimas) pessoas sabem do que estou falando.

O fato é que não deu certo e não vou parar minha vida por isso. Em contrapartida, não deixei de amá-la.

Sigo em frente com coragem e determinação, cicatrizes e disposição. Quem sabe não posso encontrar um amor que se compare (ou seja maior) que aquele? E mesmo que não encontre, não posso ficar parado esperando algo que pode nunca acontecer, uma história que pode não acabar da maneira que escrevi... Não posso desperdiçar oportunidades por causa de uma que falhou, não posso perder chances como as que já perdi. E não precisam ser chances de amor, chances de amar, mas apenas de viver e não se arrepender depois se a oportunidade não voltar.

Às vezes me pergunto o que foi que escolhi para esta vida antes de renascer. Tantas coisas que poderiam acontecer de um modo mais simples... sempre acabam acontecendo (ou deixando de acontecer) do modo mais complexo. Mas não é porque algo é mais complicado do que o comum que vou me deixar abalar, certo? Não, não vou e mesmo que seja para durar apenas um dia, algumas horas ou minutos, alguns instantes, apenas um beijo... não vou deixar de fazer acontecer.

Aprender com os erros é a melhor coisa que podemos fazer. Aprender com os erros dos outros é a mais sábia atitude que podemos tomar. Eu faço isso e tento não cometer o mesmo erro que cometi antes nem que os outros cometeram.

Você (e agora estou falando para uma pessoa em especial), que sabe mais do que qualquer outro sobre o que estou falando, não perca a oportunidade como eu perdi, aproveite o momento, mesmo que dure apenas por aquele dia.

16 de outubro de 2010

Inventando oportunidades

Talvez eu já tenha escrito alguma coisa sobre esse tema. Ok, nem eu lembro que texto foi, então você também não vai lembrar. Mesmo assim, tenho certeza que vai ser algo diferente, porque tive novas ideias sobre o tema.

Eu estava conversando com uma pessoa um dia desses. A conversa estava agradável.

Surgiu então o assunto: oportunidades.

Eu estava falando de algumas oportunidades perdidas na minha vida, em como eu me arrependia, que eu pensava eu como poderia ter sido, que poderia ter sido diferente...

Conversamos um pouco sobre isso e a pessoa me disse uma frase, que foi a que inspirou esse texto: As oportunidades somos nós que fazemos.

Verdade, somos nós que criamos nossas próprias oportunidades, e cabe apenas a nós fazê-las acontecer e depois aproveitá-las.

Fiquei pensando muito sobre isso e encontrei uma “falha” nesse pensamento. Mesmo que sejamos nós a criar as oportunidades, há um porém. Quando vemos a chance de criar uma oportunidade, devemos aproveitá-la e depois investir com tudo o que temos em tal oportunidade. As coisas das quais mais me arrependo, são as que eu deixei de fazer.

Só que as oportunidades não podem ser criadas assim, a qualquer momento.

Existem meio que “condições” para que possamos criar uma oportunidade. Podemos sim, fazer uma oportunidade a qualquer momento, desde que esses momentos quaisquer estejam nas condições ideais.

Ficou meio complicado né? Vou usar um exemplo para explicar melhor! (Assim como uma amiga minha faz! ;D).

Vejamos essa situação:

Você está afim de uma garota que está ficando com outro cara. Há uma probabilidade grande que esta garota comece algo um pouco mais sério com o cara que está ficando. Não um namoro, talvez, ou até mesmo um.

Antes que ela se envolva realmente com o cara, surge uma chance de você criar uma oportunidade de vocês ficarem. Você aproveita a chance e cria a oportunidade. Só que vocês não ficam. Agora, dois dias depois, ela começa a namorar o cara. Há chances tão claras quanto anteriormente de você conseguir criar uma oportunidade? Com certeza não.

Eu aprendi na minha vida a não desperdiçar mais oportunidades, pois elas não surgem, não podem ser criadas, a qualquer momento. Somos nós que as criamos, mas não é tão simples assim.

Aproveite qualquer oportunidade assim que ela surgir. Não deixe para depois, achando que ela poderá voltar no momento que você quiser. Não passe vontade, faça o que quer fazer.

;D

15 de outubro de 2010

Um pensamento interessante! ;D

Enéas foi o candidato mais votado em 2002 e morreu!!!

Clodovil foi o candidato mais votado em 2006, morreu!!!

Abração, Tiririca !!!

14 de outubro de 2010

Um olhar no espírito

Às vezes eu queria ser cego por apenas uma semana. Poder ver o mundo pelos olhos de um, as coisas do mesmo jeito que ele. Tenho certeza que muitos deles vêem o mundo com mais exatidão que nós, vêem-no mais claramente que muitas pessoas que realmente “enxergam”...

Existem tantas e diversas maneiras de realmente ver as coisas...

Pelos olhos é o jeito mais comum e, talvez, o mais impreciso. Podemos enxergar através de todos os outros sentidos! Ver o mundo pelo cheiro que exala, pelos sons que emite, pela textura que possui, pelo gosto que tem... Tais maneiras são muito mais intensas de se enxergar porque vão além da superfície rasa que os olhos da carne conseguem ver.

Estamos viciados nas coisas que vemos. Quantas vezes vemos uma coisa que realmente não é daquele jeito? Muitas, pode ter certeza. Quantas vezes não julgamos uma pessoa só pelo que nós vimos dela, por sua aparência, pelo que ela aparenta a nós. Olhamos uma pessoa e achamos que já vimos tudo o que podíamos dela. Mas não vimos.

Se usássemos nosso outros sentidos poderíamos ter uma ideia melhor do que alguém ou algo realmente é, de como se comporta, uma ideia melhor de sua essência. Ainda que não seja certo, talvez assim poderíamos julgar com uma exatidão maior a personalidade de alguém.

Mas se usássemos um outro sentido, com certeza poderíamos conhecer uma pessoa como ela realmente é.

São os olhos também. Mas não os da carne.

Os olhos do espírito.

Se usássemos esses olhos todas as vezes que olhássemos para algo... nossa vida seria extremamente mais fácil.

Ao dirigir um olhar desse para algo/alguém, vemos muito alem do que está na superfície, enxergamos a essência do que vemos, pois nada pode se esconder de uma alma que quer ver.

Sabe aqueles olhares de tirar o fôlego? Aqueles que prendem os olhos, olhares onde não são necessárias palavras, suspiros, cheiros, sabores ou cores? São olhares que dizem muito mais do que podemos falar. São com os olhos da alma que damos tais olhares e, quando usamos esses olhos para ver, são os mesmos que enxergamos, na outra pessoa. Vemos sua alma e sua essência, o que ela sente e quer, o que pensa e é.

Um olhar intenso como esse dirigido a uma grande amiga (amigo para as mulheres) pode mudar tudo entre duas pessoas, nem que seja por apenas alguns instantes, poucos minutos, algumas horas. Um olhar como esse é capaz de despertar qualquer tipo de sentimento, inclusive o desejo e a paixão, e também a amizade e compaixão.

Duas pessoas podem se aproximar imensamente apenas com um olhar.

Experimente esse novo tipo de olhar, não é dificil, basta querer. E treinar!

;D

*inspiração! http://meublogcafecomcanela.blogspot.com/2010/10/teu-jeito-de-olhar.html ^^

13 de outubro de 2010

A criação da criatividade

Toda pessoa, quando criança, já teve seu momento “excesso de criatividade”.

Às vezes, falávamos coisas tão absurdas que nossos pais ou nos mandavam calar a boca ou vinham com um olhar de pena dizendo: Tudo bem, tudo bem.

Sim, já passei por isso.

Uma criança não tem dificuldade para criar os mais diversos cenários mirabolantes com apenas um pedaço de massinha. Eu nunca tive dificuldade com isso. Podia passar horas e horas sozinho brincando com meus bonecos ou simplesmente de olhos fechados, imaginando. Sempre sofri de excesso de criatividade e sempre pensei muito nisso, desde pequeno.

Quando crescem, as pessoas abandonam esse tipo de pensamento por ser “infantil” por “não ser coisa de adulto” etc. Muitas tem vergonha disso e lembram de si como “idiotas”, “retardados”, “bobos”, “bestas” etc.

Agora, essas mesmas pessoas admiram um escritor famosos, um músico ou pintor talentoso... Mesmo quando suas obras fogem totalmente à realidade. Ou tem alguma coisa de real em “O Senhor dos Anéis”? Ou nas pinturas cubistas de Picasso? (Picasso pintava cubismo né?).

Sabe qual a diferença entre esses dois grupos?

Os que pertencem ao segundo não abandonaram sua criatividade de criança.

Descobri que a criatividade não é um dom. criatividade é uma qualidade a ser trabalhada. Se alguns são mais criativos que outros, é porque eles trabalharam mais a sua criatividade ao longo dos anos e vidas, não tiveram vergonha de continuar, em parte, pensando como as crianças que foram, que são.

Sem falsa modéstia, a pessoa que vos escreve é relativamente criativa, bem mais do que a maioria das pessoas. Sou criativo por exercitar minha criatividade, produzindo, escrevendo, imaginando, pensando, brisando...

Mas não adianta nada ser apenas criativo. Uma pessoa pode ter facilidade em imaginar e criar, mas, se não alimentar a imaginação, não produzirá nada muito variado. Você tem que estar sempre dando novas informações para a sua mente processar, associar, destrinchar, analisar, unir e fundir com outras coisas.

Leia, observe a tudo e a todos, seres humanos e animais, a natureza, aprenda tudo o que for possível sobre tudo o que te cerca, não deixe seu cérebro parar de trabalhar.

Se quiser escrever, falar, pensar sobre algo, comece analisando o “tema”, pense no real significado da palavra, o que ela realmente é. Depois, passe para outros possíveis significados, comece a associá-la com coisas do dia-a-dia, com pessoas, situações, sentimentos. Não despreze nada. Por mais absurdo que possa parecer, alimente a idéia. E anote tudo, não confie na memória.

Quer ver como é fácil?

Vamos (eu) escolher um tema...

Hum...

Já sei!

O Sol.

Todos os dias, ao olhar pela minha janela, vejo o Sol raiar, nascer, crescer e se fortalecer. Seus raios luminosos levam um novo dia de vida, uma nova esperança...

Esperança...

Luz é esperança! Luz é vida que brota em nosso interior e irradia para todos os lados, iluminando a tudo e a todos, nos fazendo querer progredir e nunca deixar de viver.

O Sol.

Estrela de quinta grandeza, pequena e radiante, mas muito importante. Um pequeno ponto brilhante nessa imensidão de universo, isolado em um canto sem nunca ser menos que os outros.

Nós...

Nós somos luz! Irradiamos beleza e felicidade, amor e amizade. Temos, cada um, um pequeno Sol interior que pode ser milhões de vezes mais potente do que esse que nos ilumina! Podemos brilhar e fulgurar, iluminar sem nunca deixar de aumentar...

Viu? Não é tão difícil assim...

Use seus momentos de ociosidade para alimentar seu cérebro com novas informações e para trabalhar as que já tem.

Criatividade, novamente, é algo a ser trabalhado.

Não tenha vergonha de produzir e sempre mostre seu trabalho para alguém, pergunte o que a pessoa achou, aceite criticas e use-as para melhorar. Apenas treinando podemos evoluir.

Uma pessoa mais criativa, é uma pessoa mais inteligente, mais sagaz, com raciocínio rápido e direto, que encontra soluções com mais facilidade.

Questione sempre tudo ao seu redor. Se algo acontece, procure saber PORQUE, aquilo acontece, COMO acontece, QUANDO acontece, tudo sobre o mecanismo, objetivo... tudo. Esse é o método Socrático de analise. Sempre questionar tudo, nunca acreditar em nada sem pensar.

Vamos deixar a nossa criatividade aflorar!

Vamos, é só tentar....

;D

 
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