29 de novembro de 2010
Neutralidade apaixonada
27 de outubro de 2010
Vontades estranhas
16 de outubro de 2010
Inventando oportunidades
Talvez eu já tenha escrito alguma coisa sobre esse tema. Ok, nem eu lembro que texto foi, então você também não vai lembrar. Mesmo assim, tenho certeza que vai ser algo diferente, porque tive novas ideias sobre o tema.
Eu estava conversando com uma pessoa um dia desses. A conversa estava agradável.
Surgiu então o assunto: oportunidades.
Eu estava falando de algumas oportunidades perdidas na minha vida, em como eu me arrependia, que eu pensava eu como poderia ter sido, que poderia ter sido diferente...
Conversamos um pouco sobre isso e a pessoa me disse uma frase, que foi a que inspirou esse texto: As oportunidades somos nós que fazemos.
Verdade, somos nós que criamos nossas próprias oportunidades, e cabe apenas a nós fazê-las acontecer e depois aproveitá-las.
Fiquei pensando muito sobre isso e encontrei uma “falha” nesse pensamento. Mesmo que sejamos nós a criar as oportunidades, há um porém. Quando vemos a chance de criar uma oportunidade, devemos aproveitá-la e depois investir com tudo o que temos em tal oportunidade. As coisas das quais mais me arrependo, são as que eu deixei de fazer.
Só que as oportunidades não podem ser criadas assim, a qualquer momento.
Existem meio que “condições” para que possamos criar uma oportunidade. Podemos sim, fazer uma oportunidade a qualquer momento, desde que esses momentos quaisquer estejam nas condições ideais.
Ficou meio complicado né? Vou usar um exemplo para explicar melhor! (Assim como uma amiga minha faz! ;D).
Vejamos essa situação:
Você está afim de uma garota que está ficando com outro cara. Há uma probabilidade grande que esta garota comece algo um pouco mais sério com o cara que está ficando. Não um namoro, talvez, ou até mesmo um.
Antes que ela se envolva realmente com o cara, surge uma chance de você criar uma oportunidade de vocês ficarem. Você aproveita a chance e cria a oportunidade. Só que vocês não ficam. Agora, dois dias depois, ela começa a namorar o cara. Há chances tão claras quanto anteriormente de você conseguir criar uma oportunidade? Com certeza não.
Eu aprendi na minha vida a não desperdiçar mais oportunidades, pois elas não surgem, não podem ser criadas, a qualquer momento. Somos nós que as criamos, mas não é tão simples assim.
Aproveite qualquer oportunidade assim que ela surgir. Não deixe para depois, achando que ela poderá voltar no momento que você quiser. Não passe vontade, faça o que quer fazer.
14 de outubro de 2010
Um olhar no espírito
Às vezes eu queria ser cego por apenas uma semana. Poder ver o mundo pelos olhos de um, as coisas do mesmo jeito que ele. Tenho certeza que muitos deles vêem o mundo com mais exatidão que nós, vêem-no mais claramente que muitas pessoas que realmente “enxergam”...
Existem tantas e diversas maneiras de realmente ver as coisas...
Pelos olhos é o jeito mais comum e, talvez, o mais impreciso. Podemos enxergar através de todos os outros sentidos! Ver o mundo pelo cheiro que exala, pelos sons que emite, pela textura que possui, pelo gosto que tem... Tais maneiras são muito mais intensas de se enxergar porque vão além da superfície rasa que os olhos da carne conseguem ver.
Estamos viciados nas coisas que vemos. Quantas vezes vemos uma coisa que realmente não é daquele jeito? Muitas, pode ter certeza. Quantas vezes não julgamos uma pessoa só pelo que nós vimos dela, por sua aparência, pelo que ela aparenta a nós. Olhamos uma pessoa e achamos que já vimos tudo o que podíamos dela. Mas não vimos.
Se usássemos nosso outros sentidos poderíamos ter uma ideia melhor do que alguém ou algo realmente é, de como se comporta, uma ideia melhor de sua essência. Ainda que não seja certo, talvez assim poderíamos julgar com uma exatidão maior a personalidade de alguém.
Mas se usássemos um outro sentido, com certeza poderíamos conhecer uma pessoa como ela realmente é.
São os olhos também. Mas não os da carne.
Os olhos do espírito.
Se usássemos esses olhos todas as vezes que olhássemos para algo... nossa vida seria extremamente mais fácil.
Ao dirigir um olhar desse para algo/alguém, vemos muito alem do que está na superfície, enxergamos a essência do que vemos, pois nada pode se esconder de uma alma que quer ver.
Sabe aqueles olhares de tirar o fôlego? Aqueles que prendem os olhos, olhares onde não são necessárias palavras, suspiros, cheiros, sabores ou cores? São olhares que dizem muito mais do que podemos falar. São com os olhos da alma que damos tais olhares e, quando usamos esses olhos para ver, são os mesmos que enxergamos, na outra pessoa. Vemos sua alma e sua essência, o que ela sente e quer, o que pensa e é.
Um olhar intenso como esse dirigido a uma grande amiga (amigo para as mulheres) pode mudar tudo entre duas pessoas, nem que seja por apenas alguns instantes, poucos minutos, algumas horas. Um olhar como esse é capaz de despertar qualquer tipo de sentimento, inclusive o desejo e a paixão, e também a amizade e compaixão.
Duas pessoas podem se aproximar imensamente apenas com um olhar.
Experimente esse novo tipo de olhar, não é dificil, basta querer. E treinar!
;D
*inspiração! http://meublogcafecomcanela.blogspot.com/2010/10/teu-jeito-de-olhar.html ^^
24 de setembro de 2010
(Arrebatamento)²
A paixão é algo tão inconstante, mas ao mesmo tempo tão forte, avassaladora... Aparece tão rápido que nos tira o fôlego, mas pode ir embora com a mesma velocidade, nos deixando desorientados e confusos.
A paixão vem fácil e vai fácil. Basta apenas estarmos abertos a essas mudanças. Quando você conhece alguém que lhe é interessante, basta apenas você querer para se apaixonar por ela, basta apenas você deixar seu coração, suas emoções, te guiarem. Do mesmo jeito, é relativamente fácil se “desapaixonar” por alguém. Com força de vontade, determinação e também aceitação, você consegue, aos poucos, se desligar de alguém, só que às vezes não é tão fácil.
Quando você se entrega a uma paixão, é difícil impedir que ela vá além. Primeiramente, você começa a desenvolver afeto pela pessoa. Esse afeto cresce e, antes que você perceba, está gostando dela. Se você continuar deixando suas emoções fluírem e, é claro, tiver reciprocidade, esse gostar fica cada vez mais intenso, até a hora que não é mais apenas gostar, porém ainda não é amar.
Quando chega nesse estágio, já não é fácil tirar a pessoa da sua vida, porque vocês já estão envolvidos além do simples desejo, da simples atração. Às vezes nessas horas a paixão se transforma em amor, e ai, meu amigo, esqueça a história de esquecer. Às vezes o amor surge junto com a paixão, e aí é melhor ainda, pois o envolvimento é muito mais forte, profundo e intenso.
É material e espiritual, físico e sentimental... Se chegar a esse ponto, a pessoa já fará parte da sua vida, o sentimento tão forte que chega a doer no peito...
E tudo começou porque você permitiu que acontecesse.
Não existe esse negócio de não pude evitar. É possível, até certo ponto, “controlar” os sentimentos. Possível, mas será que é correto? É o melhor a se fazer? Eu acho que não.
É simplesmente maravilhoso se apaixonar, e melhor ainda quando amamos alguém. Mas como para chegar ao amor é necessário a paixão (na maioria dos casos), eu me deixo apaixonar com certa freqüência. Hoje, não estou apaixonado, mas quero muito estar.
21 de setembro de 2010
E se fosse verdade...
Quantas coisas nós não desejamos? Quantas coisas não queremos que aconteçam em nossas vidas? Eu quero muitas.
A maioria das pessoas, quase todo mundo, na verdade, possui sonhos, desejos, vontades... Existem alguns que se entregaram à vida e apenas sobrevivem à ela, deixando-a passar e controlar seus atos, passando despercebido por ela e pela vida de outras pessoas.
Pensando sobre isso, ouvindo, lendo sobre isso, muitas pessoas com certeza pensam: “Eu não sou assim, quando quero alguma coisa, vou atrás”.
Será mesmo?
Tenho certeza que você, alguma vez, já desperdiçou uma oportunidade, deixou-a passar, por medo de arriscar, por não saber no que aquilo ia dar, por seguir demais a sua razão.
Vou puxar mais para o campo dos relacionamentos que é onde, eu acredito, surgem os maiores problemas, as maiores duvidas e incertezas, os maiores medos e também as maiores dores e decepções.
Quantos relacionamentos você já deixou que não acontecessem por causa de cor, tamanho, idade, distância, crenças, ideologias, medos, racionalismo... Ok, não acho que cada pessoa já desperdiçou uma chance para cada um desses motivos, mas tenho certeza que você já fez isso por pelo menos um deles.
Agora... você se arrependeu? Eu já me arrependi de ter deixado passar.
Não posso dizer que já vivi demais (tenho só 19 anos) mas eu já vivi algumas experiências, adquiri algum entendimento e maturidade no tema, também observando e aprendendo com o erro dos outros (eu sou muito observador, muito mesmo. Quem me conhece sabe disso). E eu aprendi que não vale a pena você deixar de arriscar por coisas tão pequenas como as que eu citei acima. Não vale mesmo.
Quem sabe exatamente no que vai dar? Se você for querer começar algo, pensando em como vai terminar, nunca começará nada, pois estará sempre com medo do fim. Nada é eterno (ok, algumas coisas e sentimentos são, mas são casos raros), não precisa acreditar mesmo que vai durar para sempre, mas, como já disseram (não me lembro quem =/), que seja eterno enquanto dure.
Muitas pessoas não gostam de Crepúsculo. Eu vou dizer que gosto, mas é mais pela profundidade de sentimentos existentes naquela história. O pequeno detalhe de que ele tinha que lutar contra o instinto de matá-la, não impediu o Edward e a Bella de ficarem juntos. Assim como no filme “E se fosse verdade” onde o cara se apaixona pelo espírito de uma mulher em coma no hospital. Mesmo sabendo que ela estava morrendo um pouco a cada dia e que morreria quando a família desligasse os aparelhos, ele não desistiu de tentar salvá-la, ele investiu nesse amor, nesse sentimento, mesmo sem ter a mínima ideia de o que fazer para impedi-la de morrer.
Não estou dizendo que temos que tentar fugir com uma mulher em coma na maca de um hospital, mas não vamos deixar os nossos pequenos problemas nos atrapalharem. Existem pessoas que lutam contra coisas muito maiores. São histórias? Sim, são histórias, é ficção, mas eu, pelo menos, lutaria com tanto afinco quanto eles por um amor. A ficção nada mais é do que uma cópia da realidade, pois, se uma história emociona, é porque quem a escreveu realmente sentia o que estava escrevendo (eu sei um pouco sobre isso, por isso posso falar).
O que mais nos faz desistir de um amor é a razão.
Sabe, muitas pessoas dizem que temos que seguir a razão, pensar duas vezes antes de fazer qualquer coisa... Nem tudo é assim. Não podemos deixar a razão dominar uma área que não é nada racional! Como a razão pode entender a emoção se não há nada de emoção na razão? O que temos que fazer, é encarar com lógica. A lógica sim vai muito além da simples razão. Há lógica na emoção, há lógica no amor.
Junte alguns fatores: vontade de ver alguém, respiração acelerada quando a vê, pensamento preenchido pela sua imagem em qualquer momento livre ou não livre, mãos geladas, perda de concentração na presença da pessoa esquecendo o que ia falar etc., sonhos com ela, textos inspirados na pessoa... logicamente, você está apaixonado.
A razão é uma inimiga da emoção, ainda que, racionalmente, estejamos fazendo o que é “melhor” para nós. Será que a gente sabe o que é melhor para nós? Eu não acho que saibamos não, ainda mais quando se trata da emoção.
Uma chance com alguém pode nunca mais voltar e você só tem como saber se vai dar certo, se você vai ser feliz, se tentar. Ficar pensando não ajuda nas coisas, só vai fazer você tomar decisões que você não quer realmente, que o seu coração não quer. A emoção, em nós, é muito mais presente do que a razão, nós somos muito mais emoção do que razão, então porque queremos governar nossa vida apenas pela emoção? Não está certo isso.
Então, não deixe uma oportunidade passar por medo de se machucar ou que possa dar errado, ou pelo que as pessoas podem ou estão falando, o jeito como estão olhando... Nada disso importa. Histórias inacabadas, para nós, às vezes já até tiveram o seu fim, ainda que não tenhamos percebido isso.
Acredite em você, acredite no seu coração, no que ele te diz quando você está junto com a pessoa por quem ele bate mais forte. De uma chance à vocês.
Você não vai se arrepender, tenho certeza.
^^
27 de agosto de 2010
Sonhos de um sonhador
Nessas últimas noites eu tenho sonhado muito. Sonhos que, na maioria das manhãs, se esvaem tão rapidamente da minha cabeça que eu nem sequer lembro que sonhei, apenas, muitas horas depois, um acontecimento me faz lembrar repentinamente do sonho daquela noite.
Fazia já algum tempo que meus sonhos estavam meio que... em falta comigo. É, eu estava sonhando pouco, ou pelo menos nem me lembrava dos sonhos que tinha tido.
O fato é que sonhar é muito bom não é? Todos gostamos de sonhar, de nos sentir leves, de nos encontrar com amigos durante a noite. É claro, apenas quando o sonho é bom. Dos pesadelos ninguém gosta.
Eu só queria saber se esses meus sonhos tem alguma razão ou motivo, ou se são apenas vivencias aleatórias ou até mesmo reproduções encefálicas... uhauahauhauhauhauah. Já sonhei com coisas que aconteceram depois (nada de extraordinário) e também com sonhos tão vívidos que, depois fui saber, não passavam da mais pura realidade.
Os sonhos são um meio de fugirmos da realidade também. Sonhamos acordados e vivemos nos sonhos, vivemos os sonhos. Imaginamos realidades que não existem, querendo que elas se desprendessem da nossa imaginação e mudassem o nosso mundo.
Dizem que algumas das grandes músicas e sinfonias de Bethoven, Bach, Vivaldi, são apenas as músicas de planos mais elevados que eles ouviram em sonho e tentaram copiar.
Os sonhos são úteis também. Às vezes nos dão respostas, nos lembram de algo, nos mostram algo. Outro dia tive um sonho e nele, entre uma conversa com um amigo, eu me lembrei de um tema para um texto que eu já havia esquecido completamente (falando nisso, tenho que escrever o texto...).
Mas não existe apenas esse tipo de sonho.
Existem os sonhos que podem mesmo virar realidade. Sonhos que todos tem, de serem felizes, de construírem uma vida confortável, de serem grandes profissionais, grandes artistas, músicos, pintores, arquitetos, o que quer que seja. O fato é que a humanidade não vive sem sonhos. Todos sonhamos e todos acreditamos, bem lá no fundo, que esse sonho pode virar realidade. Ok, alguns não acreditam mais, mas um dia acreditaram.
Eu mesmo tenho sonhos e alguns deles (um na verdade) já virou realidade (ou quase). Sabe aquela ideia de toda criança que quando vê um filme fica meses se imaginando vivendo aquelas aventuras, correndo os perigos, brincando com a imaginação? Tenho certeza que todos, mas todos mesmo, já imaginaram ser possível, já quiseram que fosse possível, viver em um mundo diferente do nosso, mágico. Eu posso dizer que realizei esse sonho. Como? Eu criei o meu mundo. Através das palavras, criei o mundo que eu queria que fosse real, realizei meu sonho através do meu próprio esforço. Hoje, esse sonho pode virar uma realidade real (estranho, mas é isso mesmo).
Você tem seus sonhos também não tem? Então não desista deles. É através dos sonhos que nós podemos continuar vivendo sem enlouquecer nesse mundo que cobra tanto e tenta com tanto fervor apagar os sonhos das pessoas como se assoprassem a chama de uma vela.
21 de agosto de 2010
Nosso pior inimigo
Uma amiga me deu a idéia para fazer esse texto. Pensando depois, não sei como ainda não tinha pensado nisso.
No nosso atual estado, você pode dizer do que nós somos feitos?
Hoje, temos matéria. Mas não somos matéria. Somos, na verdade, espíritos. Mas como estamos aqui, somos carne + espírito, e essa ligação não pode ser esquecida ou contornada. Ela existe sim e é muito forte. A influencia de um no outro, reciprocamente, é muito grande. Mas existe uma frase que exemplifica bem e em poucas palavras, quem deve sobrepor-se a quem: A mente domina a matéria.
Para mim essa frase está mais do que certa. Por quê? Porque como eu disse ali em cima, somos, na verdade espíritos. Espíritos que estão passando por uma experiência humana. Então, porque vamos deixar que essa fase transitória, os apelos da carne – que não são os que mais importam – dominar o nosso corpo?
Como eu disse para a mesma amiga, para mim, uma das coisas que eu acho que tenho que mudar em mim, é isso. Em algumas situações eu deixo que a matéria me domine, cedo aos instintos, ignorando a razão e o que eu acho que é certo. Por quê? Porque a mente ainda não domina o corpo completamente, e isso não pode acontecer.
Confesso que, falando, parece fácil como tudo sempre parece quando posto em palavras, mas, mesmo sendo algo extremamente difícil, temos que tentar. Tenho certeza que todos os que lêem esse texto já passaram por experiências onde se deixaram levar pelo corpo. Ou não? Quem disser que não vai estar mentindo para si mesmo. Como eu sei? Porque estamos aqui, na terra, e todos os que estão aqui estão mais ou menos na mesma situação, onde o espírito ainda não dominou a matéria. Se tivéssemos realmente dominado, não estaríamos aqui, não necessitaríamos mais de um corpo para evoluirmos.
Agora pense, pense em um momento em que você se deixou levar. Bateu aquele arrependimento depois não bateu? E esse arrependimento vem porque sabemos que o que fizemos foi errado, não queremos mais fazer aquilo, porém, na hora, não pensamos nisso, ou até pensamos, em alguns casos, mas não temos a força de vontade necessária para nos enfrentar. Sim, nos enfrentar, porque essa “batalha” é uma batalha de nós contra nós mesmos. Quer fraqueza maior do que essa? Não somos capazes nem mesmo de vencermos a nós, como esperamos vencer outras pessoas, enfrentar outros problemas?
Isso mostra o quanto ainda não nos conhecemos.
Li em outro blog que existe uma parte de nós, cerca de 25%, que nós não conhecemos, que ninguém conhece, ela esta ali, inexplorada e exercendo um grande domínio sobre nossas ações. 25% é muita coisa.
O que devemos fazer então? Como podemos vencer essa batalha?
Precisamos conhecer-nos. Mas isso é algo extremamente difícil, muito complicado. Então, antes de tentarmos nos entender por completo, vamos começar a combater os sintomas.
Quando chegar aquela hora, aquela situação que você não quer para você, aquele vício, talvez, o momento onde seu corpo ameaça dominar sua mente, tente pensar com clareza, com razão e lógica. Apresente os motivos que te levaram a não querer aquilo, porque aquilo é errado, porque devemos abandonar tal hábito. Vamos exercitar nossa força de vontade.
Certo, tenho certeza que muitos vão dizer: “Eu não consigo, é muito difícil, não tenho tanta força de vontade”. Enquanto você não quiser ter força de vontade, você não vai ter. Força de vontade é algo que se adquire através da pratica, do sacrifício. No começo vai ser sim muito difícil, mas se você conseguir passar pelo primeiro dia, vai ter um incentivo a mais: “Eu venci uma vez, porque não posso vencer outra?”. Tente vencer uma batalha por vez, uma dia por vez. Conte os dias, marque-os em um papel, por exemplo, assim, cada vez que você olhar naquele dias que crescem, você vai ter um novo motivo para continuar. Não tente ganhar a guerra logo no primeiro dia.
É realmente frustrante saber que existe uma parte de mim que é mais forte do que eu mesmo e eu não gosto disso. Gosto de saber que eu tenho força suficiente para fazer minhas próprias escolhas e não me deixar levar por um “simples” instinto.
Se conseguirmos vencer essas batalhas, estaremos chegando mais próximos de nós, conheceremos melhor a nossa natureza, porque saberemos dominá-la.
Tudo sempre começa com um primeiro passo. Não deixe para dá-lo amanha, comece hoje, começa agora.
Basta só você querer.









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