16 de janeiro de 2011
A vida de uma morte
18 de novembro de 2010
Uma luz no fim do túnel
Bom, podemos apertar Ctrl + B no Word que ele vai salvar o seu documento. No Excel o esquema é o mesmo, já no Paint é Ctrl + S... Se formos olhar em todos os programas, veremos que as maneiras são diversas.
Que outras coisas podem ser salvas?
Objetos, animais, pessoas, sentimentos, vidas...
De quantas maneiras uma pessoa pode ser salva?
De muitas.
Um amigo pode fazer um trabalho de escola e colocar seu nome, e assim salvar sua nota e sua pele em casa, assim como ele pode esconder uma merda que você fez e te impedir de ser expulso por exemplo, e consequentemente, salvando o resto da sua vida, tanto profissional quanto em casa.
Alguém pode impedir que você sofra um acidente, caia no chão, se machuque, conservando sua integridade física. Podem também salvar a sua vida, te tirando da frente de um carro, te segurando da beira de um lugar alto... Uma vida pode ser salva de infinitas formas.
Mas, saindo do lado material, há uma salvação que vai além e é muito mais importante, muito mais profunda, muito mais difícil de ser realizada.
Uma decepção pode matar alguém, ainda que ele continue vivo. Quem morre não é o corpo, é a vontade de viver, são os sonhos, os sentimentos. Uma pessoa sem essas três coisas é uma pessoa morta. Morta em vida, uma estátua viva.
Não precisamos ir tão longe assim também.
Você já teve um grande amor? Se não, não vai entender o que vou falar. Se sim, você o perdeu?
Eu perdi um amor. E ele deixou um buraco enorme no meu peito, uma dor que me acompanhava a anos, que me impedia de ser realmente feliz, de encontrar um outro alguém que eu pudesse amar novamente e que me amasse de verdade. Nunca tinha percebido isso, mas o que eu sempre busquei foi alguém que eu pudesse amar mais do que amei o outro alguém.
Não é qualquer um que pode salvar alguém dessa dor da decepção, da perda, do amor partido e sem volta. Só alguém especial pode fazer isso.
Percebeu que eu falei “uma dor que me acompanhava...”? Sim, não acompanha mais, ficou no passado. Antes, eu não queria deixar de amá-la. Agora, esse amor está se transformando cada vez mais rápido, porque um amor de verdade não acaba, se acabar, é porque nunca foi amor. Ele se transforma, e o meu está se transformando em amizade cada vez mais rápido.
Eu fui salvo da dor.
Quem foi o anjo que me salvou?
Ela não é muito grande, mas apenas fisicamente. Encontrei-a quando tinha desistido de buscar. Ela iluminou meu caminho repentinamente e, no começo, fiquei um pouco desorientado com tal luz. Quando meus olhos se acostumaram a ela, percebi que algo crescia novamente dentro de mim, fechava o buraco que havia no meu peito, me aquecia novamente, me dava vontade de viver, gerava novos sonhos.
Um novo amor.
Maior e mais forte que o anterior eu tenho certeza que ele vai ser.
Porque ela me ama.
Só de pensar nisso meu coração já se aquece. A lembrança do seu sorriso, do gosto da sua boca, da sua voz, do brilho dos seus olhos, me faz querer nunca me separar dela e é isso que eu vou fazer, vou lutar por esse amor e nada nem ninguém poderá nos separar.
Ela me devolveu a vida, me trouxe de volta à vida.
Você me devolveu a vida, minha pequena.
Você me salvou de todas as formas que alguém pode ser salvo, me salvou da forma mais importante.
Salvou meu coração.
17 de novembro de 2010
A criação da destruição
14 de novembro de 2010
E vou sorrir, porque esses altos e baixos da minha vinda têm me lembrado bastante uma montanha russa, ás vezes lotada, com gritos, medos, outras cheias de alegrias, gritos e amigos do lado e por todas as partes. as vezes bem lenta e outras rápida demais que mal percebemos a paisagem ao nosso redor. Mas eu adoro montanha russa
http://falasdosilencio.tumblr.com/
6 de novembro de 2010
The birth (day) of a Sun
Tudo começou em um dia. Um único dia.
O dia fatídico foi a (quem poderá dizer?) muitos bilhões de anos atrás. Este dia foi um marco na existência de todos os que ainda não existiam naquela época. Eu, você, nós só estamos aqui, neste lugar, hoje, porque, naquele dia, ele nasceu.
Como ele nasceu? Não sei. Talvez sua matéria começou a se aglomerar, com a ajuda de uma força maior, em volta de uma esfera altamente gravitacional. Pode ser que seja o pedaço perdido de algo maior, que vagou “sem destino” pelo espaço até chegar aqui, nesse canto ‘esquecido’ do universo. Mas isso não importa. O que importa é que um dia ele nasceu.
Ele nasceu e assim, nós também, ainda que não estivesse nem nos planos d’Ele criar-nos naquela época.
Seu nascimento nos deu a vida!
Vida que jogamos fora em atitudes desprezíveis e amedrontadas...
Ele brilha no alto, intacto, inalcançável, emitindo seus raios de poder, energia e vida para todos os lados, para o nosso lado.
Não está lá por nossa causa, mas só estamos aqui por causa dele.
Somos completamente dependentes da luz.
Se ele simplesmente deixasse de existir agora, neste momento, teríamos, talvez, nossos últimos oito minutos de felicidade.
E ainda assim continuaríamos dependendo dele.
A carne que comemos vem de suas forças. Não? Sim! Ele dá a vida à planta. O animal come a planta, nós comemos o animal. A energia que tanto prezamos e utilizamos, vem inteiramente dele. Não? Sim de novo! À milhões de anos o Sol também brilhava sobre (quase) as mesmas superfícies e dava a vida à outros seres. Esses seres foram soterrados e hoje queimamos o “resultado” em nosso carros.
Nós só falamos porque ele existe, só comemos porque ele brilha, só respiramos porque um dia ele nasceu.
É um pensamento simples de ser associado.
Existimos porque ele existe.
inspirado em http://thebirthofasun.tumblr.com/
30 de outubro de 2010
8 de outubro de 2010
(O desejo d(O fogo) do desejo)

7 de outubro de 2010
Sonhos que movem montanhas

3 de outubro de 2010
Pout Pourri (again)
Esse foi um dos primeiros textos que eu postei, no mês de agosto. Estou repostando ele em homenagem à minha grande amiga Paloma, que foi quem mais gostou dele!! ;D imagino que muitos de vocês não o tenham lido, então... aí vai uma possibilidade!! ^^
Primeiramente, nascemos. Então, programam-nos para receber o que os outros nos empurram. Crescemos cercados por ideologias e muitas vezes não nos encontramos em nenhuma delas. Algumas são tão exageradas que nos seguram com mãos de aço, exigindo que pertençamos à elas.
Grite! Não é dominando que irão nos entender.
Não fique em cima do muro. Ainda é cedo para desistir. O mundo é um moinho e a cada dia que acordamos, não temos mais o tempo que se foi, pois o tempo, o tempo não para.
Mesmo estando cercados por cofres e estátuas, não se assuste, o vento está lá fora, e muitas vezes é só imaginação. A humanidade é desumana, cruel. Quem dera-nos que fossemos vistos como os mais importantes.
Que pais é esse que mata seus ídolos? Sufoca os que querem mudar o mundo?
Mas os nossos filhos terão nomes de santo e ninguém os deixará acreditar que o mundo é perfeito. Tentarão fazer com que se percam entre monstros, monstros que eles mesmos criaram.
Perguntas serão abafadas, a critica não será aceita.
Porque o céu é azul? Expliquem toda essa fúria desse mundo!
Homens em paz não querem guerra com ninguém. Tem gente que não sabe amar. Nós não sabemos quem somos e se apagarmos, tudo fica escuro. A escuridão, porém, já foi pior. O medo não pode vencer, o futuro não pode repetir o passado, nossas idéias precisam corresponder aos fatos! Nossos inimigos estão no poder e acreditam que com o ouro entrarão no céu. Não vamos deixar que substituam nossos corações por medalhas! Brilhemos por toda parte, onde estivermos! Vamos transformar nossas lágrimas no sangue que nos deixa de pé.
Eu vejo a vida melhor no futuro, um novo começo de era. Vamos crer no amor!
Imagine no possessions! Ok, I’m a dreamer, mas eu não sou o único. Encontremo-nos! Acesso é poder e o poder é a informação. Não deixe que vendam as nossas almas em um leilão, nós podemos mudar o mundo, ninguém roubará nossa coragem dessa vez. Não vamos deixar que derrubem nossos muros. Que a nossa garganta arranhe a tinta das paredes deles ao gritarmos a nossa revolta.
Não vamos sentar em nossas casas, esperando o tempo passar para depois pensar que devíamos ter amado mais, chorado baixo pelos cantos, ter visto o Sol nascer, nenhum tempo é perdido.
O Sol, ah, o Sol, ele nasce para todos e mostra-nos que os caminhos são sim, muitos, porém levam todos para o mesmo lugar. Vamos pedir a Deus um pouco de malandragem e assim viveremos ainda mais com a caridade daqueles que nos detestam.
Veja! Não diga que a canção está perdida! Vamos ter fé! É só desejar profundo, com sinceridade. Amanhecemos brilhando mais forte. Com a ajuda de nossa camarada, fiquemos tranqüilos. Quem disse que a sorte não pode vir em um realejo?
29 de setembro de 2010
Quando as luzes se acendem
O ser humano é uma criatura estranha. Desde o começo, esforçou-se para aprender tudo o que podia sobre tudo o que o cercava.
Ao ver o choque entre duas rochas produzir uma faísca, descobriu o fogo. Observando os pássaros voarem, inventou o avião. Tentando apreender tudo o que o cercava, começou a enxergar Deus.
Ávidos por conhecimento, não cessamos nunca de pensar e imaginar.
A imaginação porem, associada ao pensamento não-lógico, algumas vezes, cria outras coisas que não coisas para o nosso benefício.
Crenças e superstições, lendas, mitos, fantasias, realidade. Medo.
O medo sempre esteve junto do homem, acompanhando-o a partir do instante que pode compreendê-lo. Medo das feras, da chuva, dos raios, do fogo, da natureza, do homem, da morte, do escuro. Medo do Medo.
Existem centenas, milhares, infinitas razões, racionais ou não, para sentirmos medo. Algumas são lógicas e reais, algumas imaginativas e etéreas. O homem teme, principalmente, pela sua vida e o desconhecido, dois medos lógicos e também não, racionais e emocionais.
Mesmo entre os que acreditam que a vida não acaba quando o corpo morre, o medo do que há além da “vida” esta presente em suas (nossas) vidas, pois nesta passagem, juntam-se os dois maiores medos do homem que eu acabei de falar, morte e desconhecido.
O desconhecido pode causar dor, revolta, sofrimento, desconforto, angustia, perdas, loucura, morte. São algumas razões (racionais ou não) que nos fazem temer o desconhecido, o escuro (Leia o texto “Quem tem medo do escuro” no mês de agosto).
Há, porém, alguns que temem algo maior e melhor, e esses são os que merecem toda a nossa compaixão.
Pessoas que se entregaram às sombras e ao medo, cavando buracos profundos em suas mentes e escondendo-se lá, refugiando-se do medo nele mesmo, acolhendo-o, cegando-se por sua própria vontade, perdendo-se em labirintos sem fim entre seus iguais, seus eu-mesmo (Leia o texto “A dança das estátuas” do mês de agosto).
Nessa hora, o medo já faz parte delas, elas não o sentem mais. Pelo menos, não pelo que deviam sentir.
Se você tem medo do escuro, sinta-se reconfortado, essas pessoas, elas sentem medo da Luz.
Transformaram-se em estátuas-vivas, presas infinita e atemporalmente na inércia de sua falta de movimento. Movimentam-se em círculos sem fim, temendo sempre que seu mundo possa desmoronar por causa do brilho de um vagalume.
Escondem-se nas sombras criadas pela Luz, sempre fugindo seus olhos do brilho que cega, que machuca, que amedronta.
Não vêem, na aprendem, não sentem, não amam.
O conhecimento lhes foge, pois acham que sabem de tudo. O outro lhe é invisível, pois, quando o olha, vê apenas um espelho que reflete seu egoísmo e sua ignorância.
Não suportam bons sentimentos, pois eles brilham. Não suportam o amor, pois ele é Luz.
Não poderão se salvar se não enfrentarem o seu medo, coisa que “nunca” farão, pois temem o medo.
Esses são os que mais sofrem no mundo.
Não deixe que seus olhos, sua mente, se acostume com as sombras, é muito fácil. Difícil é voltar depois para a Luz.
Tenha medo das sombras, mas nunca da Luz.
25 de setembro de 2010
Escolhendo nossas escolhas
Escolhas... Elas são infinitas nas nossas vidas. Cada segundo que vivemos, estamos escolhendo.
Escolhemos continuar vivendo, respirando... escolhemos no que pensar (nem sempre), o próximo passo, próxima fala, próximo gesto, próxima escolha.
Escolhemos seguir por este ou aquele caminho, aceitar as oportunidades que aparecem. Todos os caminhos e chances estão na nossa frente, precisamos apenas escolher o que fazer a cada dia, cada hora, minuto e segundo, cada instante.
Mas quando escolhemos algo, porque não dar o nosso melhor? Fazer da melhor maneira possível? Todos os caminhos estão ai na nossa frente, mas nem todos devem ser seguidos, nem todos nós temos “capacidade” (na falta de uma palavra melhor) para seguir. Por capacidade, eu quero dizer que cada um de nós tem algo onde somos bons, somos melhores, nos destacamos.
Podemos saber fazer diversas coisas, saber sobre diversos assuntos, mas sempre existe um onde somos mais e é nesse caminho que devemos investir, este que devemos seguir.
Semana passada eu fui a uma entrevista de estágio na Bauducco. Lá, falaram para escrevermos uma redação com os motivos porque buscávamos aquele estágio. Eu até sorri nessa hora. Escrever é comigo mesmo e eu dei o meu melhor naquela redação.
O gerente industrial não deixou de falar que a redação foi bem escrita. Dei o meu melhor na hora de falar, mostrei todos os meus pontos positivos e até nos negativos consegui puxar uma pro meu lado.
Resultado?
A vaga é minha.
Em tudo na vida eu sempre tento fazer o meu melhor, seja em uma prova da faculdade ou em um desenho, um texto para o blog, o meu livro, uma apresentação de kung-fu... tudo.
Se temos essa oportunidade, porque não fazer?
Se tentarmos sempre fazer o melhor que pudermos, os resultados vão ser os melhores possíveis.
Então, vamos criar coragem, deixar a preguiça de lado e nos esforçarmos para sermos sempre os melhores naquilo que fazemos. Não tentando ser melhor do que os outros, mas melhor do que nós mesmos.









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