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10 de outubro de 2010

As luzes da vida





O tempo passa em tantos tempos da nossa vida. Tantas vezes perdemos segundos preciosos transformados em momentos de tristeza e maldizer.

Nos encolhemos nas sombras das palavras que dizemos, das injúrias que proferimos. Esquecemos de nós e dos outros nos nossos dias, pensando e agindo através de pessoas que não somos, que não queremos ser.

Encolhemos sensações, abafamos emoções, deixamos os sentimentos passarem por nós sem nos tocar, circundando nosso espaço sem nem mesmo reagir, interagir, ouvir ou tentar sentir.

Quantos de nós podem dizer que são felizes?

Poucos. A maioria nem sabe realmente o que é felicidade. Passam a vida praticamente sem ter um momento de alegria, um sorriso sincero por pura espontaneidade, simplesmente por sorrir sem ter que pensar, só porque deu vontade.

A Luz – do Sol, das estrelas, da Lua – incide sobre tudo e todos a todo instante, atravessando nuvens e paredes, iluminando qualquer espaço ou pessoa. Desde que tal ser deseje ser iluminado por ela.

Luz que viaja para todos os cantos do universo levando seu brilho, cobrindo milhares de quilômetros em um piscar de olhos.

Mas o que seria a Luz?

Existem tantas definições...

Pensamento é luz! A forma mais veloz e sublime, mais potente e que brilha mais forte, livre e indomável como o ar, transformador. Suas ondas viajam de um lugar ao outro com apenas a sua vontade, seu desejo, cobrindo milhões de quilômetros em um instante. Ilumina mais do que qualquer outra fonte, levando seus raios até mesmo para os lugares que se recusam a recebê-lo, pois pensamento é conhecimento.

Luz também é amor! Amor livre e poderoso que brilha e ilumina não só as pessoas que o sentem, mas tudo e todos ao seu redor, aquecendo e modificando profundamente, irreversivelmente.

Então o ar também é luz...

As palavras, onde quer que vão, levam faíscas, pulsares, brilhos dispersos ou não, luzes intensas e também mais fracas, levam vida e despertam a imaginação, incitam a emoção, movimentam a sensação.

Sentimentos que brilham com a intensidade de uma estrela, jogam seus raios para todos os lados sem discriminar. Sentimentos esses que também são levados pela fluidez de uma palavra, de uma escrita, de uma frase, de um texto ou de um livro. Palavras líquidas que se iluminam a quem quiser ler, ver, que se movimentam e ocupam espaços da mesma forma que a água que brilha e da vida.

E assim, a água também é luz...

E os sonhos? Ah, os sonhos são uma das mais belas formas de luz. Dão a esperança que já é implícita à luz para aqueles que tem medo de ver, medo de ouvir e sentir. Sonhos que mudaram nossa vida para sempre quando deixamos as trevas para viver na luz, quando começamos a sonhar com o sonhar, sonhar com a vida, assim como um dia fez a terra, vendo as sombras refugiarem-se nos cantos das paredes e de nossa alma com a luz que bruxuleia.

Assim também descobrimos a amizade.

A amizade, ainda que não queiramos ver qualquer outro tipo de luz, nos ilumina de dentro para fora e acabamos nos tornando a própria Luz.

Descobri que a terra também é luz...

Existem algumas emoções que são mais intensas, mais quentes, que brilham de um modo mais selvagem, quase incontrolável. Ainda assim, o desejo nos mostra, através de sua luz e calor, lados da vida que não poderíamos ver de outro modo. Ele nos testa e faz com que conheçamos melhor a nós.

O amor e a paixão ardem também com a ferocidade do fogo, nos queimando e consumindo, fazendo-nos viver com mais brilho e intensidade, com mais vida! Queimam, consomem e regeneram, sempre iluminando a tudo.

Alguém pode dizer que o fogo não é luz?

A Luz está em tudo em todos, está em nós e no universo, porque a Luz nada mais é do que o nosso criador. Deus criou a Luz da própria essência de seu ser. Luz é esperança.

Esperança de que poderemos dar mais um passo sem medo, pois há alguém que brilha por nós, iluminando nosso caminho, ajudando-nos a não tropeçar, nos mostrando o ponto de apoio para levantar.

Luz; matéria divina, imaterial e palpável, que ilumina e dá brilho, veloz e fluida, sonhadora e apaixonada, amante e intensa, sublime.

Então, é assim que nós somos...

Luz

30 de setembro de 2010

Um mundo de trevas

Vai aí um pequeno trecho do meu livro! nao sei quando publico, mas, se você se interessou, nao deixe de comprar quando sair!! ;D Herdeiros da Luz: O Início da Guerra das Sombras!
Olhei em volta para analisar o lugar e me virei em tempo de ver o portal desaparecer atrás de mim. Como eu tinha certeza que não ia conseguir usar outra runa em tão pouco tempo, comecei a caminhar. Não havia lugar visível para ir, então apenas segui em frente. Eu estava em uma charneca estéril; para qualquer lado que eu olhava só via desolação: poças de uma água suja e oleosa onde não se via uma gota de vida, árvores negras e mortas tombadas no chão ou precariamente equilibradas em suas raízes podres.
Se eu seguisse em linha reta chegaria a uma floresta densa e escura que parecia um tanto maligna. A morte certa parecia pairar sobre a floresta. Para qualquer outro lado que eu olhasse eu só via uma planície sem fim de pântanos e mais pântanos. Não era possível ver um raio de sol sequer, que estava oculto por nuvens densas e arroxeadas que estavam muito baixas, mesmo que parecesse ser dia. Em alguns pontos saíam jatos de um vapor fétido do solo, que parecia ser da mesma composição das nuvens.
Em alguns lugares o ar era mais pesado, quase irrespirável, venenoso, sem contar que era impossível seguir em uma linha reta se eu quisesse ficar seco, se bem que parecia ser quase possível andar sobre aquelas águas imundas. Parecia até um rio que passava pela minha cidade, o Tietê.
Então eu cometi o erro que quase levou à minha morte, mas que eu veria depois que teve seu lado bom.
Será que não havia vida naquele planeta aparentemente maligno? Peguei um galho e joguei em uma poça particularmente grande. O som molhado foi rapidamente abafado pela atmosfera carregada. A água parecia relutante, não queria formar ondas e as poucas que se propagaram eram oleosas e lentas e nem chegaram a alcançar as bordas. Logo a água estava impecavelmente parada novamente.
Mas a calmaria não durou muito tempo. Bolhas enormes subiam rapidamente à superfície. Ondas muito maiores do que as anteriores batiam nas bordas instáveis da pequena lagoa espirrando aquela água nojenta em mim. Me afastei, o coração batendo descontrolado. Eu havia despertado algo que deveria continuar no fundo daquele imenso pântano. As outras poças também se mexiam e percebi que eram todas interligadas por baixo e a terra que eu pisava flutuava sobre elas.
Comecei a sentir o frágil solo se mexendo em baixo de mim e desatei a correr para longe daquele lugar, indo em direção à floresta, que agora parecia mais convidativa do que aquele pântano abominável. De qualquer jeito, não havia como fugir; eu senti o solo afundar a cada passo que eu dava. Com certeza o que quer que estivesse dentro daquelas águas podia ver as minhas “pegadas”.
As águas começaram a se acalmar ao meu redor até que ficaram perfeitamente quietas novamente. Fui diminuindo a velocidade até parar, mesmo que todos os meus sentidos gritassem que, se eu quisesse sobreviver, tinha que continuar em movimento. Será que eu havia imaginado aquilo? A viagem podia ter confundido meu cérebro não é? Não podia ser, tinha algo embaixo de mim que agora devia estar preparando um ataque.
Esse pensamento me fez voltar a andar na mesma hora, mas parei logo em seguida, por causa do choque. Algo estava saindo de uma poça próxima. Seu corpo era comprido como o de um réptil e coberto de escamas de um verde moribundo, como um peixe, e bem magro também. Parecia até um ser humano que sofrera mutações.
Os olhos eram completamente negros em sua face sem expressão; era impossível saber se olhava para mim ou para o outro igual a ele que apareceu alguns metros atrás de mim. Suas cabeças eram um pouco maiores do que a de um homem e tinham, desde a lateral do queixo até o alto da cabeça, membranas de um verde mais claro, com pequenos ossos de sustentação que as deixavam abertas e saíam do crânio.
Do queixo também saía uma espécie de máscara cinzenta que cobria todo o rosto deles até chegar bem perto dos olhos e era dividia ao meio por uma fina linha mais escura. Não tinham bocas visíveis. Um pouco abaixo dos olhos, no centro do rosto, havia dois pequenos buracos, um de cada lado da linha divisória, que deviam ser usados para respirarem fora da água, pois tinham brânquias no pescoço.
Para qualquer lado que eu olhasse eu via pelo menos uma daquelas criaturas saindo de cada poça. Eles eram muitos, centenas eu acho. Não estava muito longe da floresta, então, antes que eles me encurralassem, eu peguei algumas runas de minha mochila e saí correndo. Na mesma hora eles começaram a perseguição. E tudo isso por causa de um galho...

20 de setembro de 2010

Yin Yang

"Pois o bem e o mal, o claro e a escuridão, um lado e também o outro, os opostos, estão em tudo o que existe"

25 de agosto de 2010

Um sonho

Uma pequena parte de mim sempre sabia que aquelas coisas nunca se passavam de sonhos, mas, mesmo agora, enquanto o sonho se desenrolava, essa parte não tinha uma influência grande o suficiente para fazer com que eu não sentisse tudo o que aquele sonho me passava, mesmo que eu não fizesse a mínima ideia do que significava.
Eu não sabia onde eu estava. Nada parecia muito real ou sólido ali. Era como se eu estivesse andando entre nuvens sólidas o suficiente para que meus pés afundassem apenas alguns centímetros nelas, porém, fluidas também, redemoinhando ao meu redor, envolvendo tudo em um ar etéreo, escondendo as coisas, os movimentos, mesmo que não houvesse muito que se esconder ali.
Já tivera aquele sonho algumas vezes e continuava sem entender o que ele significava. Era sempre igual, nada nunca mudava, tudo sempre acontecia do mesmo jeito. Ainda assim, eu sabia que não era uma repetição. Eu estava mesmo ali, aquilo tudo era real.
Pensamentos lógicos como esse sempre eram afastados quando eu estava ali.
Continuei seguindo meus passos de noites passadas. Só quando eu estava lá, nos momentos que passava entre aquelas nuvens, é que eu podia me lembrar claramente do que se passava. Pena que não conseguia organizar os pensamentos o suficiente para encontrar a lógica de tudo aquilo.
Novamente esqueci do que estava pensando e voltei minha atenção para o ambiente.
Uma luz suave e branca iluminava o ambiente. Mas não era uma fonte de luz, como uma lâmpada ou o Sol. A luz emanava de tudo ao redor. Tudo é maneira de dizer, pois, no momento, a única coisa que estava ao meu redor eram aquelas nuvens brancas e esfiapadas.
Os sentimentos eram confusos, não conseguia defini-los direito. Fui atravessando as nuvens como sempre, esperando o momento em que tudo mudaria.
Eu sentia o ar se agitando ao meu redor, um sentimento estranho crescendo dentro de mim com força exponencial. Um vento forte meio que soprou ou passou, não sei, pois as nuvens sequer se mexeram, apenas bruxulearam, sua luz oscilando enquanto aquele poder devastava as emoções de tudo ao redor. Era sempre igual, como um furacão imenso, gigantesco. Mas ele não era capaz de afetar as coisas materiais (não tinha certeza se algo ali realmente era material). Ela mexia com a atmosfera do lugar, com as vibrações.
Antes, tudo era calmo. Não era exatamente uma atmosfera boa, parecia mais imparcial. Depois, tudo era diferente. O ar ficava pesado e as luzes que emanavam das nuvens se apagavam rapidamente, como chamas de velas assopradas. Eu não estava mais sozinho e as nuvens não eram mais nuvens, e sim presenças sombrias.
Elas estavam em toda parte, compondo o ambiente e também fazendo parte dele. Eu não sabia nem mesmo se eram apenas um ou vários. Sei que estavam ali, sempre estiveram, porém, antes, não podiam, não deviam, aparecer para mim. Aquilo estava errado, não era para acontecer, eu sabia que não era. Não sabia disso em um pensamento racional, já que eles não existiam ali, mas por algo que vibrava dentro de mim.

17 de agosto de 2010

A dança das estátuas

Um dia eu estava vendo televisão em um domingo monótono (como geralmente são os domingos) e me impressionei com uma reportagem “Fantástica” (pã, pã, pã, pã nã.... Pã!)

Eles pegaram um daqueles caras que trabalham como estátuas humanas e o colocaram no meio do povão para assistir ao jogo do Brasil das oitavas da final da copa do mundo (eu acho ^^), e o desafiaram a ficar parado durante todo o jogo, inclusive o intervalo.

Meu, são noventa minutos, fora os acréscimos e a pausa de uns quinze minutos entre um tempo e outro. Eu não conseguiria.

Essas pessoas ganham a vida na inércia de sua falta de movimento, sustentam-se na imobilidade, movimentam-se em sua quietude. São dos mais variados: anjos, robôs, estátuas de bronze e de prata, Elvises e monstros.

Gosto dos anjos, ele são os mais espertos. Ficar parado durante um bom tempo, tudo bem, pode-se treinar isso, mas... e piscar? Você fica horas sem piscar? Nem mesmo minutos nós conseguimos! Por isso os anjos são espertos: eles fecham os olhos. Assim eles entram mais ainda na personagem. Olhos fechado ajudam a passar tranqüilidade, a aparência fica mais angelical.

Está vendo? Todos tem truques.

Existem também um outro tipo de estátuas. São as estátuas de verdade, de bronze, mármore, pedra sabão etc. Possuem os mais variados tamanhos, forma, posições e expressões. Exalam sentimentos e eternizam um movimento. Não mudam. Ainda assim, transformam-se. Cada um as enxerga de um jeito, analisa suas formas e curvas à sua própria maneira. Mesmo estando condenadas à imobilidade eterna, essas estátuas vivem.

Observe atentamente a face de uma estátua. Não vê em seus olhos a alma de seu criador?

Necessitam de outros para que vejam novas paisagens, respirem novos ares, porém, nunca abandonam seu objetivo: ficarem imóveis.

Passemos agora a um terceiro grupo de estátuas. Eu as denominaria de “estátuas vivas”. Não confunda esse grupo com o primeiro: são totalmente diferentes.

Essas estátuas estão vivas sim, mas eu não diria que elas vivem. Elas sobrevivem.*

Podem ser qualquer um, até mesmo eu ou você, só que eu não acredito nisso. Eu estou aqui, escrevendo, e você está ai, lendo, e isso prova que não nos encaixamos nesse grupo.

Elas passam a existência sem um rumo certo, não possuem um objetivo. Vagam por caminhos tortuosos que, na realidade, possuem apenas uma curva.

Cansam-se de voltar sempre ao mesmo ponto, entretanto, em sua ignorância, afirmam que tal caminho é diferente, nunca passaram por ali.

Perdem-se nas avenidas da vida. Entremeiam-se nas paredes labirínticas do ser. O “não ser” toma conta de seus seres, usando sombras para iluminar seus caminhos.** Olham para a escuridão e acreditam que ela é Luz. Dentro de si, nem um vagalume luminesce.

Cruzam com centenas de almas iguais a si e se perguntam porque os espelhos as perseguem. Sombras refletem-se por todos os lado, criando emaranhados que grudam no corpo e perseguem o espírito.

Um ponto ao longe mostra-lhes o caminho e elas o ignoram uma, duas, três vezes. Quando tal desaparece, perguntam-se se ficaram cegas. Cegas não. Loucas, talvez.

Afundam-se no lodo de suas emoções e lá ficam, vivas, cada vez mais imóveis.

Ao fim, param de se mexer. Mas não morrem. Condenaram-se às sombras e lá ficarão eternamente, até que um novo ponto apareça e convença-as de que, na imutabilidade das trevas, não há Luz.

*Saiba mais no texto “Vivendo ou Sobrevivendo”, neste blog!

**Saiba mais no texto “Sombra e escuridão”, neste blog!

10 de agosto de 2010

Sombra e Escuridão

Antes de mais nada, não é sobre os dois leões assassinos que eu vou falar. Certo, sem zoação nesse texto.

Primeiramente, refletiremos.

Sombra e escuridão são a mesma coisa?

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.

.

Não.

E porque não?

Pense mais um pouco.

.

.

.

Vamos fazer assim. Qual a definição de escuridão? É a ausência de luz. E a de sombra? Silhueta criada a partir da incidiação de luz sobre um corpo ou objeto.

E de qual temos mais medo?

Da escuridão, é claro. E porque temos tanto medo dela? É apenas a ausência de luz! Tudo continua do mesmo jeito, no mesmo lugar que estava quando a luz estava acesa.

Até mesmo os que nunca pensaram por esse lado, não tem medo “do escuro”, mas sim do que ele esconde. O medo que as pessoas realmente sentem, é do desconhecido.

Pense por outro lado agora. O desconhecido é ruim? Não. Já pensou no pavor que um bebê sente quando começam as contrações para expulsá-lo do útero quente da sua mãe? O mundo dele está prestes a mudar mais drasticamente que em todo o resto da sua existência. E nem por isso o nascimento é algo ruim. O desconhecido é bom, ele não é óbvio (;D)*. Quando bater aquele medo do escuro, comece a cantar, é bom para distrair a mente.

Eu tenho mais medo, é das sombras.

As sombras das nuvens escurecem a beleza de um dia. Uma sombra pode provocar a morte de uma planta. As sombras são rápidas, traiçoeiras. O pior de tudo, é que elas nem existem de verdade.

Elas “habitam” os lugares mais fétidos e malignos, tomando conta dos corações das pessoas, enchendo-as de medo e angústia. As sombras são perversas. Tramam contra os nossos olhos, escondem-se e ludibriam, enganam.

Avolumam-se, muito maiores que o próprio corpo, e, mesmo dependendo da luz, é quando esta começa a se extinguir que elas ficam ainda maiores.

E como destruímos as sombras? Infelizmente, isso não é possível. Onde há luz, há sombras, sempre no plural. Se você acabar com uma sombra, outras aparecerão, multiplicando-se sempre mais.

E como enfrentá-las então?

Tornando-se a luz.

Se você próprio for sua fonte de luz, nenhuma sombra poderá te tocar, por maiores e mais numerosas que elas forem. A luz não vence as sombras, assim como o contrário não acontece. São duas forças que co-existirão para todo o sempre, sem nunca se tocar.

Você só tem que escolher o seu lado.

sombra, ou Luz.

*Leia mais no texto “Quem tem medo do escuro?”, neste mesmo blog!

^^

 
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