15 de janeiro de 2011
Continuar lutando
20 de outubro de 2010
Sonho em um dia...
O quanto um sonho pode ser realizável?
Tenho muitos sonhos doa mais variados tipos e tamanhos, formas, cores, intensidades, cada um com suas variantes e dificuldades, possibilidades e desafios.
Sonho um dia em escalar o monte Everest, pular de um avião a quilômetros de altura, atravessar imensas distâncias pelo céu usando apenas meu corpo, nadar por quilômetros sem fim unindo as duas partes do velho continente.
Sonho em saber lutar bem o suficiente para nunca ter que fazer isso, em me juntar aos corais do oceano e ver o Sol se pondo no mar.
Especialmente esses dois últimos se juntam a outros sonhos. Um outro sonho.
Sonho também em ver o meu trabalho, minhas palavras, reconhecidas e admiradas pelo mundo inteiro, em ver minha história “chegando ao fim” apenas para continuar na imaginação de todos as que a leram. Sonho não em ser famoso, mas sim em realizar meu sonho, falar um pouco de mim para quem quiser ouvir, dar um pedaço de mim para quem quiser receber, falar um pouco do meu amor para quem quiser entender, ajudar a mim e a aqueles que precisarem... Apenas falar.
Sonho em ser pai. Ter dois filhos – primeiro uma menina, depois um menino, assim ele não vai mandar nela – quero e vou ser o melhor pai que eu puder ser, dar aos meus filhos tudo o que eu não pude ter (não estou falando apenas de material).
Mas, acima de tudo, quero encontrar a mãe dos meus filhos. Quero poder dirigir todo esse amor que eu sinto para a pessoa que lhe é de direito, para que eu “escolhi” amar. Sonho em um dia mergulhar com ela e depois deitar na praia em silêncio para apreciar o pôr-do-sol. E quando a noite cair, continuar ali, apreciando a nova beleza que surge, as estrelas que nos iluminam, caindo e brilhando. Sonho em amá-la intensamente ali, apenas com Deus e seus astros como testemunhas.
Talvez esse sonho não seja possível...
Mas mesmo que eu não conseguisse realizá-lo, ficaria feliz se pudéssemos ser um do outro mesmo que fosse por uma única vez, ainda que quisesse que isso fosse eterno. Negligenciaria a dezenas de outros sonhos para tornar isso real... Mas nem tudo acontece como queremos, não é?
Ainda assim, não vou deixar de sonhar, muito menos de tentar realizar meus sonhos, pois um homem que não sonha, é um homem morto.
E você, quais são seu sonhos?
19 de outubro de 2010
Para pensar e relaxar...
Preciso pensar. Preciso de tempo para pensar. Preciso de um lugar para pensar. Preciso ficar sozinho para pensar.
Queria poder me isolar do mundo, só por uma semana.
Só para pensar.
Parar de me preocupar com tudo que envolve minha vida e simplesmente tirar um tempo para mim.
Queria realmente que meu livro fosse publicado e fizesse muito sucesso (quero isso e acredito também), assim eu poderia, quem sabe, tirar uma semana nas férias para pensar.
Simplesmente ir para o meio da natureza e ficar sozinho, longe de tudo e de todos. Me embrenhar na mata durante o dia, seguir um riacho, encontrar uma cachoeira, andar pelo meio das pedras cobertas de limo, a água gelada passando pelos meus pés descalços, o ar úmido, parado e ameno, entrando pelo meu corpo e me inundando de vida, passando pelo meu tronco sem camisa s secando o leve suor que surge lentamente.
Entrar, então, na água fria da cachoeira, molhar todo o corpo, lavando a alma e aliviando a tensão, perdendo o fôlego por causa da temperatura e da beleza.
Deixar que minhas mãos e pés encontrem o caminho até o topo, sem pensar, apenas reagindo, me impedindo de cair, agarrando-me à vida.
Nada como um pouco de adrenalina para esvaziar a mente.
Chegar no topo, o corpo suado e cansado. Lavar-se nas águas calmas do riacho antes que se transformem na corrente forte que ruma infinitamente para baixo.
Queria então apenas deitar na rocha nua e seca, deixar que os raios esparsos de Sol, que penetravam a densa folhagem no alto, aquecessem meu corpo e evaporassem a água, apenas sentir a leve brisa e o calor.
No primeiro dia, não pensaria
Queria também que o lago que as águas desabassem fosse bem fundo. Então eu sairia correndo e me jogaria no vazio, deixando-me dominar pela sensação de liberdade causada pela queda livre, olharia para cima por alguns instantes, aumentando o frio na barriga e fitando o céu infinito.
O impacto.
Meu corpo afundaria vários metros, a água fria me envolvendo completamente. Aproveitaria durante o máximo de tempo possível a pressão da água, a falta de oxigênio fazendo meus pulmões começarem a queimar.
Depois de subir à tona e engolfar o ar precioso ao redor, seguiria de volta pelos meus passos deixados nas pedras.
De noite, deitaria em um campo aberto para observar a beleza das estrelas, os membros abertos, olhos levemente desfocados para contar as dezenas de estrelas cadentes que viriam na minha direção, desfazendo-se em luz e pó antes que pudessem alcançar seu sonho de chegar à terra firme. Faria dezenas de desejos, tantos quantos fossem possíveis, rezando ardentemente para que fossem realizados.
Sempre pensando.
Talvez, depois dessa semana de paz e reflexão (não solidão. Não estaria sozinho em momento algum, não já que eu estaria junto com os que amo em pensamento, com a que amo), eu voltasse melhor, com a cabeça mais organizada, os pensamentos e sentimentos mais claros na mente e no coração. Se não voltasse, tudo bem, pelo menos eu teria relaxado e descansado o suficiente para voltar a enfrentar a selva que é o nosso mundo.
Mas como não tenho como fazer isso (não por enquanto, pelo menos) reservo pequenos espaços do meu tempo para me transportar para um lugar assim e, lá, sentindo sua paz e pureza, refletir sobre tudo o que preciso, tudo o que aconteceu, pode acontecer e o que eu quero que aconteça....
É só uma questão de imaginação...
28 de setembro de 2010
Seguindo pelo escuro sem medo
O final de semana foi maravilhoso. Podia ter sido melhor, mas não se pode ter tudo nessa vida...
Ele começou na sexta-feira...
Festa de quinze anos da Nadny (GEBEM) e foi provavelmente a 6ª festa que eu dancei. Sou expert nisso já (mas só na valsa simples também, de resto... =/)
Dançamos muito, rimos e nos divertimos. O Nicolas bebeu um pouquinho além e depois descobri que ele vomitou quando chegou em casa uahuahauhauhauhauahua.
No sábado começou a COMECAP (citada no mini-post anterior) os monitores (eu e mais uns 20 e tantos) nos reunimos para finalizar e organizar o evento. No domingo, 7 horas da manhã, deu-se inicio o evento. 240 jovens dos mais variados lugares de São Paulo se reuniram para estudar a doutrina espírita com dinamismo, inteligência, discussões e alegria. 8 horas maravilhosas passadas na companhia de pessoas maravilhosas.
Dessa vez, não fiz novos amigos exatamente, mas fortaleci e muito as “velhas” amizades (a mais antiga dali tem alguns meses... uhauahuahuauah) mas o tempo não é o que importa. O que importa mesmo é a sintonia entre nós, que é tão grande como se nos conhecêssemos há séculos (quem pode afirmar que não? ;D).
Conversei com as pessoas que precisava conversar, resolvi alguns “pequenos” problemas e, ainda que não esteja feliz pelo desfecho, estou melhor. Conformado eu diria. O pior de tudo é saber que podia ter sido diferente... foda isso aí. Mas agora passou, não tenho como voltar atrás. Pelo menos eu aprendi muito com isso, muito mesmo, e tenho certeza que não vou cometer o mesmo erro outra vez. Queria é não tê-lo cometido desta vez.
Mas no domingo, nós jogamos o “jogo do contente”. Se você já leu o livro da Pollyana (não sei se é assim que escreve nem se o nome é só esse) sabe do que estou falando.
O jogo do contente se resume a ver sempre um lado bom nas coisas. No livro, a menina ganha um par de muletas quando ela queria uma boneca de Natal. O pai dela, vendo que ela ficou muito triste, ensina o jogo à ela. Ela pergunta para ele porque ela devia ficar feliz de ter ganhado as muletas e ele lhe responde que ela devia ficar feliz por não ter que usar as muletas.
Cada participante escreveu seu problema em um papel (na COMECAP) e depois algum outro tentou ver o lado bom disso tudo. Foi realmente interessante ver como tudo tem mesmo um lado bom, mesmo a morte de uma pessoa querida.
O tema da COMECAP foi “Quem tem medo do escuro” (leia o texto de mesmo nome no mês de agosto, que, por “coincidência” estava no temário da COMECAP ;D).
Eu não tenho medo do escuro, das coisas que se escondem nele, nem do desconhecido que se esconde em cada segundo futuro das nossas vidas. Mas, antes desse final de semana, eu acho que tinha uma ideia diferente sobre ele. Antes, eu não tinha medo. Agora, eu não tenho medo, mas o respeito.
Tive provas na minha própria vida de como as nossas escolhas influenciam o nosso futuro, nosso próximo passo, a próxima palavra...
Não tenho medo de tomar uma decisão, não mais, já há algum tempo, mas agora pesarei ainda mais todas as possibilidades antes de proferir uma palavra que não voltará nunca mais à minha boca, que poderá mudar as coisas para um jeito que não é o que eu quero. Pensarei mais antes de tomar uma decisão, de realizar um gesto.
Isso não me fará ficar mais frio ou calculista. Eu simplesmente não consigo ser assim, principalmente em relação aos sentimentos que, ao meu ver, é onde estão os maiores problemas da humanidade, as pessoas que não vêem isso. Se alguém é realizado sentimental e emocionalmente, os outros problemas parecem muito menores do que são, e ficam muito mais fáceis de se resolver.
Os sentimentos não são racionais, são lógicos sim, mas não racionais. Eles são lógicos porque a lógica vai muito além da pura razão. A lógica está em tudo o que nos cerca, basta apenas termos uma visão diferente da “essência” da lógica (leia o texto “E se fosse verdade...” no mês de setembro).
Quando você começa a pensar nos seus sentimentos com a razão, começa a pensar demais nos seus sentimentos, você acaba se tornando distante deles, frio, e isso é simplesmente horrível que se aconteça. Por favor, não deixe nunca que seu cérebro tenha mais influência sobre o que você sente do que o seu coração (a pessoa sabe que é pra ela que estou dizendo isso...).
Realmente as escolhas são muitas... mas, como me foi provado no domingo, nossos amigos lá de cima estão sempre nos ajudando, sempre nos mostrando as escolhas mais certas a se tomar, sempre querendo que nós andemos pelo caminho certo.
Não tenha medo do escuro, não tenha medo de escolher só porque tem medo de errar... eu sei, e fico extremamente feliz com isso, que conseguimos cumprir o objetivo do evento nesse domingo, que as pessoas saíram de lá com menos medo da escuridão do que quando entraram, que todos, inclusive eu, melhoramos um pouco mais...
Não tenha medo das distâncias, perdoe os erros, perdoe a si mesmo, dê uma chance ao outro e a si, dê quantas chances forem necessárias a ambos, dê uma chance aos seus sentimentos...
Não tenha medo de amar.
Eu não tenho, e estou dando uma nova chance a mim.
E você, tem?
23 de setembro de 2010
O "Outro" não pode vencer
Muitas coisas estão acontecendo na minha vida de uns tempos para cá. É estranho (pelo menos para mim), mas eu posso precisar o momento em que tudo começou a mudar. Foi em maio. Um final de semana com feriado como os outros 17 iguais a ele que vieram antes na minha vida. Igual apenas na época do ano. Final de semana de Páscoa.
Eu com certeza não sabia como eu voltaria daqueles três dias, não sabia das mudanças em mim, na minha vida, que aconteceriam por causa daquele meu sim.
Nesse fds eu aprendi muitas coisas (uma delas é que, sim, eu posso), eu reaprendi a viver.
A quanto tempo eu não reclamava que da minha vida, que nada acontecia... a quanto tempo as pessoas perguntavam: “Eaí, como vai a vida?” e eu respondia “Ah, vai indo” ou “+/-“.
Aquele fds me devolveu a vida.
Não era a minha vida que estava chata. Era eu que não estava vendo com clareza todas as oportunidades que surgiam, não estava aberto para receber as oportunidades, ser digno delas, não via o aprendizado que podia ser retirado dos momentos de tristeza. Hoje eu vejo.
E porque eu não era feliz?
Porque não estava aberto à felicidade.
Nesse fds eu esqueci do mundo e vivi os melhores dias em muito tempo. Sorri, cantei,não dormi, conversei, toquei violão, me diverti, fiz novos amigos, criei laços fortes e duradouros, me apaixonei.
Aqueles dias mudaram a minha vida. Hoje, não quero mais voltar ao que era, não vou voltar.
Nesse mesmo mês, escrevi um texto, meu primeiro texto. “Vivendo ou Sobrevivendo” (*Leia-o no mês de agosto). Hoje percebo que pude falar tão bem sobre o assunto porque eu estava sobrevivendo à vida.
Hoje não mais.
Agora pertenço a uma nova família que só cresce. Me apaixonei mais duas vezes. Não deram certo, mas isso não é algo ruim. Foi bom enquanto durou (ou não durou), aprendi com isso (muito) e percebi que as oportunidades são infinitas, basta enxergá-las e aproveitá-las.
Hoje não estou mais apaixonado, eu acho (talvez já há algum tempo, eu que só me dei conta agora), mas quero me apaixonar de novo. Pode parecer que sou volátil demais, mas não é isso. O que eu quero mesmo é amar. Encontrar a pessoa certa para passar, mais do que um fds ou um mês, e para isso precisamos tentar, arriscar, certo? Não tenho como saber se vai dar certo se não tentar. Acho que conheci alguém a pouco tempo que pode despertar esse amor em mim. ;D
Terminei de ler o livro “Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei”, do Paulo Coelho, que, por sinal, é muito bom, recomendo.
O livro fala quase exatamente da mudança que se operou na minha vida.
No livro, há o exercício do Outro. O Outro é aquela pessoa que te ensinaram a ser, mas que não é você, que pensa em juntar dinheiro para quando ficar velho, que pensa e faz planos e só percebe que está vivo quando seu tempo já está se esgotando.
Hoje, eu venci esse Outro, expulsei-o da minha vida. Hoje eu escuto meu coração, acredito e invisto nos meus sonhos. Existem derrotas, sim, mas “é melhor perder alguns combates na luta por seus sonhos que ser derrotado sem sequer saber porque você está lutando”.
No livro também fala sobre os aventureiros. Quando li, lembrei de um cara que zoa mais ou menos assim: “O cara vai, perde uns três dedos na subida, passa um frio desgraçado, dorme, come e mija mal e quase morre para subir uma montanha. Agora me diz: PRA QUÊ!”.
Eu sei pra quê.
Quando alguém assume um desafio, ele aceita os riscos, os perigos, as dores que poderão vir, o sofrimento que aquilo poderá causar. Mas você tem que aceitar o desafio e ir adiante, até o fim, enquanto houver chances. Pois, do mesmo jeito que se assume os riscos, se assume também a alegria, felicidade, êxtase, diversão, conhecimento e auto-conhecimento, conquistas, que aquilo gerará quando você conseguir. Sim, você vai conseguir se persistir, não importa quanto tempo demore, pois o universo conspira a favor dos que sonham.
Arrisque, não tenha medo do escuro, tenha coragem para mudar, acredite que você pode!
Viva a sua vida.
21 de agosto de 2010
Nosso pior inimigo
Uma amiga me deu a idéia para fazer esse texto. Pensando depois, não sei como ainda não tinha pensado nisso.
No nosso atual estado, você pode dizer do que nós somos feitos?
Hoje, temos matéria. Mas não somos matéria. Somos, na verdade, espíritos. Mas como estamos aqui, somos carne + espírito, e essa ligação não pode ser esquecida ou contornada. Ela existe sim e é muito forte. A influencia de um no outro, reciprocamente, é muito grande. Mas existe uma frase que exemplifica bem e em poucas palavras, quem deve sobrepor-se a quem: A mente domina a matéria.
Para mim essa frase está mais do que certa. Por quê? Porque como eu disse ali em cima, somos, na verdade espíritos. Espíritos que estão passando por uma experiência humana. Então, porque vamos deixar que essa fase transitória, os apelos da carne – que não são os que mais importam – dominar o nosso corpo?
Como eu disse para a mesma amiga, para mim, uma das coisas que eu acho que tenho que mudar em mim, é isso. Em algumas situações eu deixo que a matéria me domine, cedo aos instintos, ignorando a razão e o que eu acho que é certo. Por quê? Porque a mente ainda não domina o corpo completamente, e isso não pode acontecer.
Confesso que, falando, parece fácil como tudo sempre parece quando posto em palavras, mas, mesmo sendo algo extremamente difícil, temos que tentar. Tenho certeza que todos os que lêem esse texto já passaram por experiências onde se deixaram levar pelo corpo. Ou não? Quem disser que não vai estar mentindo para si mesmo. Como eu sei? Porque estamos aqui, na terra, e todos os que estão aqui estão mais ou menos na mesma situação, onde o espírito ainda não dominou a matéria. Se tivéssemos realmente dominado, não estaríamos aqui, não necessitaríamos mais de um corpo para evoluirmos.
Agora pense, pense em um momento em que você se deixou levar. Bateu aquele arrependimento depois não bateu? E esse arrependimento vem porque sabemos que o que fizemos foi errado, não queremos mais fazer aquilo, porém, na hora, não pensamos nisso, ou até pensamos, em alguns casos, mas não temos a força de vontade necessária para nos enfrentar. Sim, nos enfrentar, porque essa “batalha” é uma batalha de nós contra nós mesmos. Quer fraqueza maior do que essa? Não somos capazes nem mesmo de vencermos a nós, como esperamos vencer outras pessoas, enfrentar outros problemas?
Isso mostra o quanto ainda não nos conhecemos.
Li em outro blog que existe uma parte de nós, cerca de 25%, que nós não conhecemos, que ninguém conhece, ela esta ali, inexplorada e exercendo um grande domínio sobre nossas ações. 25% é muita coisa.
O que devemos fazer então? Como podemos vencer essa batalha?
Precisamos conhecer-nos. Mas isso é algo extremamente difícil, muito complicado. Então, antes de tentarmos nos entender por completo, vamos começar a combater os sintomas.
Quando chegar aquela hora, aquela situação que você não quer para você, aquele vício, talvez, o momento onde seu corpo ameaça dominar sua mente, tente pensar com clareza, com razão e lógica. Apresente os motivos que te levaram a não querer aquilo, porque aquilo é errado, porque devemos abandonar tal hábito. Vamos exercitar nossa força de vontade.
Certo, tenho certeza que muitos vão dizer: “Eu não consigo, é muito difícil, não tenho tanta força de vontade”. Enquanto você não quiser ter força de vontade, você não vai ter. Força de vontade é algo que se adquire através da pratica, do sacrifício. No começo vai ser sim muito difícil, mas se você conseguir passar pelo primeiro dia, vai ter um incentivo a mais: “Eu venci uma vez, porque não posso vencer outra?”. Tente vencer uma batalha por vez, uma dia por vez. Conte os dias, marque-os em um papel, por exemplo, assim, cada vez que você olhar naquele dias que crescem, você vai ter um novo motivo para continuar. Não tente ganhar a guerra logo no primeiro dia.
É realmente frustrante saber que existe uma parte de mim que é mais forte do que eu mesmo e eu não gosto disso. Gosto de saber que eu tenho força suficiente para fazer minhas próprias escolhas e não me deixar levar por um “simples” instinto.
Se conseguirmos vencer essas batalhas, estaremos chegando mais próximos de nós, conheceremos melhor a nossa natureza, porque saberemos dominá-la.
Tudo sempre começa com um primeiro passo. Não deixe para dá-lo amanha, comece hoje, começa agora.
Basta só você querer.









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