6 de maio de 2011
Uma nova manhã
24 de abril de 2011
Da Glória, Renascer
6 de abril de 2011
Eu conheço o seu coração. Seu coraçãozinho que já foi quebrado, estilhaçado em mil pedacinhos, como um copo de cristal que cai no chão. Conheço seus pensamentos, cada um que passa na sua mente, conheço os seus sonhos, conheço os seus desejos, o que você gosta e não gosta. Além de tudo isso, eu conheço a dor que você sente. Não por conhecer tudo, mas por sentir ela com você. E quando você chora, eu choro junto, quando você se tranca no quarto, eu não deixo ninguém entrar, te coloco no meu colo e deixo você chorar, até que durma. Agora você sabe porque se sente em paz quando chora? É porque eu recolho suas lágrimas, para que eu as chore no seu lugar. E quando sua dor para, é porque eu estou sofrendo por você. Eu estou quieto, e você está se remoendo de raiva de mim. Estou quieto, porque quero preparar algo maravilhoso no fim do tunel, para que você perceba, que mesmo que tenha sido escuro por todo o caminho, eu estive ali, na sua frente, retirando todas as pedras pra você, se machucando por você, sangrando no seu lugar… Você sofreu, eu sei, mas sofreu o minimo, aquilo que eu sei que você poderia sofrer, o que você não podia, eu sofri. Você está com raiva de mim. Mas eu não me importo. Porque eu te amo além de tudo. E vou continuar sofrendo por você, vou continuar chorando por você e com você de noite, de manhã, de madrugada. Vou continuar do seu lado quando você se trancar no quarto pra escutar qualquer musica no ultimo volume. Vou te amar. Mesmo que você me odeie e não me queira mais, vou continuar te querendo. Mesmo que sinta muita raiva de mim, a unica coisa que eu vou fazer é te amar mais.
Com amor, Deus.
(Nunca duvide que ele vai estar sempre ao nosso lado).
23 de novembro de 2010
Preces silenciosas
17 de novembro de 2010
A criação da destruição
8 de novembro de 2010
Pleonasmo
Desculpe, mas outro dia, ao utilizar o banheiro da Bauducco (eu trabalho lá ;D) vi duas pequenas frases que, ao meu ver, estão erradas.
As frases “Jesus te ama” e “Deus é amor” caracterizam um pleonasmo (assim como um emo gay hahahahah brincadeiraa! ;D), pois é claro que Jesus me ama! Ele ama a tudo e a todos! E “Deus é amor” é querer simplificar algo que não pode ser simplificado. Deus não é amor, Ele é muito mais que amor, amor que é Deus.
^^
6 de novembro de 2010
The birth (day) of a Sun
Tudo começou em um dia. Um único dia.
O dia fatídico foi a (quem poderá dizer?) muitos bilhões de anos atrás. Este dia foi um marco na existência de todos os que ainda não existiam naquela época. Eu, você, nós só estamos aqui, neste lugar, hoje, porque, naquele dia, ele nasceu.
Como ele nasceu? Não sei. Talvez sua matéria começou a se aglomerar, com a ajuda de uma força maior, em volta de uma esfera altamente gravitacional. Pode ser que seja o pedaço perdido de algo maior, que vagou “sem destino” pelo espaço até chegar aqui, nesse canto ‘esquecido’ do universo. Mas isso não importa. O que importa é que um dia ele nasceu.
Ele nasceu e assim, nós também, ainda que não estivesse nem nos planos d’Ele criar-nos naquela época.
Seu nascimento nos deu a vida!
Vida que jogamos fora em atitudes desprezíveis e amedrontadas...
Ele brilha no alto, intacto, inalcançável, emitindo seus raios de poder, energia e vida para todos os lados, para o nosso lado.
Não está lá por nossa causa, mas só estamos aqui por causa dele.
Somos completamente dependentes da luz.
Se ele simplesmente deixasse de existir agora, neste momento, teríamos, talvez, nossos últimos oito minutos de felicidade.
E ainda assim continuaríamos dependendo dele.
A carne que comemos vem de suas forças. Não? Sim! Ele dá a vida à planta. O animal come a planta, nós comemos o animal. A energia que tanto prezamos e utilizamos, vem inteiramente dele. Não? Sim de novo! À milhões de anos o Sol também brilhava sobre (quase) as mesmas superfícies e dava a vida à outros seres. Esses seres foram soterrados e hoje queimamos o “resultado” em nosso carros.
Nós só falamos porque ele existe, só comemos porque ele brilha, só respiramos porque um dia ele nasceu.
É um pensamento simples de ser associado.
Existimos porque ele existe.
inspirado em http://thebirthofasun.tumblr.com/
5 de novembro de 2010
Ser essência, muito mais!
Quando a pessoa faz um blog, ela o faz com algum objetivo, seus textos, na maioria das vezes, tem um tema geral em comum.
O meu amigo Nathan fala sobre fatos que acontecem na vida dele, seus sentimentos (raras vezes), alternando entre uma ou outra história, mas sempre tirando algum conhecimento das suas experiências (que às vezes são puras trollagens).
Minha amiga Paloma (que no caso é muito “amiga” do Nathan ;D), em geral, nos conta sobre o que aconteceu no dia dela, como em um diário.
Existem blogs voltados para a manifestação espírita (Rodrigo) ou para divulgar músicas e poemas próprios (Ricardo). O fato é que todos criam um blog com um objetivo, tem um tema principal para ele. Muitas pessoas já me perguntaram: sobre o que você escreve no seu blog? E eu nunca soube responder assim: é sobre isso (ponto)!
Meu primeiro texto foi sobre o amor. Tem também crônicas, narrativas, criticas, desabafos, declarações, textos filosóficos ou científicos que buscam entender certas coisas, outros são engraçados e outros são simples frutos de momentos brisados.
Percebi que não tenho um tema central...
Há algum tempo eu escrevi sobre os elementos e os relacionei conosco e os sentimentos. Aprendi muito com esses textos e gosto muito deles. Mas ainda assim, o que eu busco ao escrever? Não sei!
Quando resolvi criar o blog, não foi por algo especifico.
Simplesmente eu fiquei com uma vontade enorme de escrever e fiz sete textos em dois dias. Precisava então divulgá-los, certo? Fiz o blog. Fiquei então com medo de não conseguir “alimentá-lo” com a freqüência necessária, pois não quero apenas escrever, quero que a maior quantidade possível de pessoas leia meus textos, quero que gostem e admirem o que escrevo porque, senão, para o que importa tanto esforço? Para ficar arquivado sem nunca ser visto ou lido?
Descobri a facilidade que tenho para criar. Sempre soube que eu era bem criativo desde pequeno, pois sempre brisei MUITO e sempre disseram isso para mim, mas não tinha certeza se eu conseguiria escrever tanto assim. Cá estou no texto número 120 (mais ou menos). O que eu busco então? Não tenho certeza ainda...
Acho que, algumas vezes, eu busco a essência de tudo ao redor.
Não suporto ver algo e não entender como funciona, para que serve. Sou curioso e minha curiosidade me impele a saber sempre mais.
É isso!
O que eu busco com a escrita, desde o meu livro até o meu blog, é entender a essência do nosso mundo, da nossa vida em, para isso, uso de vários “meios” – que seriam os temas dos textos – pois a essência de tudo não está em apenas uma coisa. Está na matéria, nos elementos, na anti-matéria, no pensamento, na inteligência, no sentimento, na brisa, na idéia, no espírito, na revolta, na filosofia, na ciência, em Deus.
No nada.
*blogs citados:
http://nathan-gonzales.blogspot.com/
http://manifestacaoespirita.blogspot.com
23 de outubro de 2010
Ver as coisas como elas são
Às vezes eu queria que o mundo simplesmente parasse. Todos parassem, o tempo parasse, a Terra parasse de girar ao redor do Sol, o universo parasse seu movimento constante, parasse de expandir e simplesmente me deixasse ficar quieto por um momento, simplesmente parado, como tudo o resto, pensando, analisando as coisas como elas realmente são em toda a sua verdadeira essência paralisada, sem formas inventadas ou subterfúgios, sem máscaras, nuas em toda o seu real significado.
Queria que tudo parasse para que eu pudesse continuar por algum tempo sem depender de ninguém, sem precisar da aprovação de alguém, sem fazer algo por alguém ou porque esse alguém quer...
No dia em que a Terra parar, eu serei livre pelos instantes em que ela continuar imóvel. No dia em que tudo parar, conversarei com Deus e tentarei entender o significado daquilo que ele coloca na minha vida.
Só queria que tudo parasse por um instante, por mais fugaz que fosse...
10 de outubro de 2010
As luzes da vida

8 de outubro de 2010
(O desejo d(O fogo) do desejo)

7 de outubro de 2010
Sonhos que movem montanhas

5 de outubro de 2010
Os ventos do amor

29 de setembro de 2010
Quando as luzes se acendem
O ser humano é uma criatura estranha. Desde o começo, esforçou-se para aprender tudo o que podia sobre tudo o que o cercava.
Ao ver o choque entre duas rochas produzir uma faísca, descobriu o fogo. Observando os pássaros voarem, inventou o avião. Tentando apreender tudo o que o cercava, começou a enxergar Deus.
Ávidos por conhecimento, não cessamos nunca de pensar e imaginar.
A imaginação porem, associada ao pensamento não-lógico, algumas vezes, cria outras coisas que não coisas para o nosso benefício.
Crenças e superstições, lendas, mitos, fantasias, realidade. Medo.
O medo sempre esteve junto do homem, acompanhando-o a partir do instante que pode compreendê-lo. Medo das feras, da chuva, dos raios, do fogo, da natureza, do homem, da morte, do escuro. Medo do Medo.
Existem centenas, milhares, infinitas razões, racionais ou não, para sentirmos medo. Algumas são lógicas e reais, algumas imaginativas e etéreas. O homem teme, principalmente, pela sua vida e o desconhecido, dois medos lógicos e também não, racionais e emocionais.
Mesmo entre os que acreditam que a vida não acaba quando o corpo morre, o medo do que há além da “vida” esta presente em suas (nossas) vidas, pois nesta passagem, juntam-se os dois maiores medos do homem que eu acabei de falar, morte e desconhecido.
O desconhecido pode causar dor, revolta, sofrimento, desconforto, angustia, perdas, loucura, morte. São algumas razões (racionais ou não) que nos fazem temer o desconhecido, o escuro (Leia o texto “Quem tem medo do escuro” no mês de agosto).
Há, porém, alguns que temem algo maior e melhor, e esses são os que merecem toda a nossa compaixão.
Pessoas que se entregaram às sombras e ao medo, cavando buracos profundos em suas mentes e escondendo-se lá, refugiando-se do medo nele mesmo, acolhendo-o, cegando-se por sua própria vontade, perdendo-se em labirintos sem fim entre seus iguais, seus eu-mesmo (Leia o texto “A dança das estátuas” do mês de agosto).
Nessa hora, o medo já faz parte delas, elas não o sentem mais. Pelo menos, não pelo que deviam sentir.
Se você tem medo do escuro, sinta-se reconfortado, essas pessoas, elas sentem medo da Luz.
Transformaram-se em estátuas-vivas, presas infinita e atemporalmente na inércia de sua falta de movimento. Movimentam-se em círculos sem fim, temendo sempre que seu mundo possa desmoronar por causa do brilho de um vagalume.
Escondem-se nas sombras criadas pela Luz, sempre fugindo seus olhos do brilho que cega, que machuca, que amedronta.
Não vêem, na aprendem, não sentem, não amam.
O conhecimento lhes foge, pois acham que sabem de tudo. O outro lhe é invisível, pois, quando o olha, vê apenas um espelho que reflete seu egoísmo e sua ignorância.
Não suportam bons sentimentos, pois eles brilham. Não suportam o amor, pois ele é Luz.
Não poderão se salvar se não enfrentarem o seu medo, coisa que “nunca” farão, pois temem o medo.
Esses são os que mais sofrem no mundo.
Não deixe que seus olhos, sua mente, se acostume com as sombras, é muito fácil. Difícil é voltar depois para a Luz.
Tenha medo das sombras, mas nunca da Luz.









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